De 2 a 3 anos

AOS DOIS ANOS DE IDADE

Para podermos educar melhor nossas crianças, nós precisamos entender o que acontece na cabecinha delas, como elas sentem e o que está se desenvolvendo a cada faixa etária. Nós devemos nos lembrar de, mais uma vez, e eu insisto nisso porque é a parte mais importante, que um pequeno ser humano quando nasce é por demais sensível, dependente e inocente de tudo o que acontece ao seu redor. Nós adultos somos responsáveis por acolher este pequenino e alimentar e cuidar da melhor forma possível oferecendo o que temos de melhor dentro de nós, que é o amor de DEUS. O amor de DEUS é suficiente para nos fazer entender tudo o quanto devemos fazer com um bebê. O amor de DEUS não é aquele que nós ‘achamos’ que sentimos, mas sim aquele que só o próprio DEUS pode nos dar. DEUS nos enche deste Seu amor quando nos aproximamos dele intimamente e O obedecemos. Quando conseguirmos amar qualquer pessoa, mesmo uma que nos maltrata, então teremos descoberto que DEUS nos encheu com o Seu amor.

 Nós já falamos do bebê, de quando devemos começar a lhe ensinar a independência e como devemos reestruturar o ambiente para que ele possa crescer feliz.

 Agora vamos falar da fase de 2 anos: a fase “eu sei fazer tudo sozinho”. Nesta fase é muito importante entender que a criança se acha autossuficiente, e mesmo que não seja, devemos ter certo jogo de cintura e muita paciência para deixar a criança fazer certas coisas. Se dissermos “não” a tudo o que a criança quer fazer sozinha, vamos bloquear seu instinto de iniciativa mais uma vez e ela, mais tarde quando se tornar um adulto, vai ter medo de tomar iniciativas por não saber qual vai ser a reação das pessoas. Isto prejudica a autoestima de nossos filhos.

 É claro que com dois anos de idade não se pode permitir que a criança use uma faca serrilhada para cortar o pão, mas ela pode usar uma faca sem serra e sem ponta, como uma espátula, para passar manteiga no pão. Ela pode se vestir sozinha, e quando precisar de ajuda nós estaremos por perto. Mas é muito importante deixá-la tentar sozinha. E mesmo que ela não consiga fazer alguma coisa, temos que elogiar, dizer que foi muito bom e nunca dizer: “Está vendo? Eu falei que você não ia conseguir” Nunca devemos dizer isso!  Devemos dizer aos nossos filhos o que gostamos de ouvir até hoje: um elogio! Incentivar, motivar, fazê-lo se sentir importante! Podemos dar tarefas nesta fase como ajudar a por a mesa, ajudar na arrumação da casa, etc…

Há muitas maneiras de incentivar nossos filhos e

eles vão se sentir muito felizes por terem sido úteis!

O que pode ocorrer também nesta fase de dois anos é a chegada de um irmãozinho ou irmãzinha. Um novo ser que venha compartilhar o amor dos pais e dividir a atenção.

Como fazer para que o mais velho

não tenha ciúmes do mais novo?

Primeiro devemos “desenhar” a situação em nossa mente de uma forma saudável para então poder transmitir ao filho a nova situação do modo como ela realmente deve ser: de enorme alegria! Durante a gravidez o filho deve fazer parte desse novo “projeto” e ter o direito, como o pai e a mãe, de curtir este momento. Devemos ensinar ao filho mais velho o que está acontecendo dentro da barriga da mamãe. Podemos mostrar fotos dele recém nascido e dizer que ele também estava na barriga da mamãe. Sempre que se referir ao bebê, que seja com grande alegria, pois um novo membro da família está para chegar e a casa ficará ainda mais repleta de benção, pois um filho é uma benção.

Sempre tem aquele parente ou vizinho que faz o infeliz comentário para a criança: “Pois é, você vai perder o seu trono!”. Mesmo que a criança não entenda o sentido da frase, ela conhece o verbo perder e ela não gosta dele. Quebre imediatamente este comentário dizendo: “Ele não vai perder nada, vai ganhar um (a) irmãozinho (a), um companheiro; e vai ajudar a cuidar dele (a), sabia?”.

Quando chegar a hora do parto, é importante explicar ao filho que a mamãe vai à maternidade porque é lá que se tira o bebê da barriga, e que ela vai voltar com ele no colo. Quando a mamãe chegar em casa a primeira atenção deve ser dada ao filho mais velho, convidando-o a conhecer o novo membro da família. Podemos dizer e permitir que nosso filho participe dos cuidados com o recém-nascido assim que ele chegar. Podemos ensiná-lo a fazer carinho bem devagar, chamá-lo sempre que for trocá-lo, pedir ajuda, por exemplo, pra buscar a pomada ou o algodão, fazer com que nosso filho se sinta útil e prestativo. Quando o bebê estiver dormindo, fazemos com o mais velho o que fazemos com o bebê: nós o pegamos no colo, fazemos carinho e demonstramos a fundo o nosso amor por ele também. Devemos novamente tomar cuidado com as palavras; evitar comentários do tipo: “Vamos aproveitar que ele está dormindo, pra ficarmos somente nós dois”, pois a criança vai associar “bebê” com “atrapalha meu relacionamento com a mamãe”. Então vamos dizer: “Vamos deixá-lo sossegadinho dormindo e vamos fazer algo enquanto ele não acorda” sempre enfatizando que o bebê precisa muito de ajuda, e ele pode ajudar.

Devemos desviar comentários maldosos de outras pessoas, do tipo “ele veio roubar seu lugar” ou “agora tem que dividir tudo, até o amor da mãe”. Isso tudo é mentira e faz muito mal à criança porque mesmo os comentários feitos de brincadeira são interpretados pela criança exatamente da forma de que são falados. A criança não tem malicia para discernir comentários irônicos ou brincadeiras e vai prejudicar o relacionamento com o irmão e gerar problemas desnecessários em seu interior. O que para os adultos pode parecer coisinha à toa, para uma criança pode marcá-la por toda uma vida. Os primeiros sete anos de vida são muito delicados e temos que tomar muito cuidado com o que fazemos e falamos com estes pequeninos seres de DEUS.

Usando sempre uma voz suave e muita paciência e atenção estaremos colaborando com o desenvolvimento sadio de nosso pequenino que cresce muito rápido.

A vida continua, as crianças continuam crescendo e o trabalho ainda não acabou. Para continuar educando de forma correta nossos pequenos, vamos estudar a seguir um pouco mais sobre como é a estrutura da criança.

Vamos aprender o que acontece, em cada faixa etária da criança, com o corpo, com a mente, com as suas emoções, com a vontade, com o espírito e com a vida social da criança.

DE 2 A 3 ANOS

O ser humano, como já falamos no início do livro, tem três partes: o corpo, a alma e o espírito. E falamos também que a alma representa: a mente, a vontade e as emoções.

Vamos então entender como funciona o corpo de uma criança de 2 a 3 anos:

- nesta idade a criança está crescendo muito e precisa comer e dormir muito e gastar muita energia. É importante nesta fase continuar tendo horários para comer e dormir. A criança pequena precisa de rotina para se sentir segura em lugares em que ela está acostumada a frequentar.

- a criança se desenvolve com rapidez nesta fase e precisa se mexer muito, portanto não podemos querer que uma criança de 2 a 3 anos fique quieta sentada porque isto é contra a natureza dela nesta fase: ela aprende olhando, correndo, pulando ou jogando coisas para o alto.

- seu corpinho nesta fase está desenvolvendo os músculos maiores dos braços e das pernas e não tem ainda movimentos suaves. É por isso que ela rabisca e não pinta ainda dentro dos contornos de um desenho. E para exercitar os bracinhos, a criança desta idade gosta de jogar coisas para o alto. Uma bola faz muito sucesso nesta fase e pode-se usar uma cesta grande e ensiná-la a acertar a bola no cesto. Ela vai se divertir muito. Elogie quando ela acertar o alvo, que tem que ser fácil pois ela ainda é pequena. As perninhas estão mais firmes, portanto pode andar agora com maior segurança e aprende a pular. E com esta firmeza maior nas perninhas, ela quer se exercitar pulando e correndo e não quer parar quieta.

- e como não para quieta, a criança desta idade se cansa facilmente. Então ela vai precisar de vários momentos de descanso. A criança nesta idade também reage mais depressa do que um adulto.

- em relação ao seu sistema nervoso a criança reage a todas as impressões que recebe e aprende mais pelas emoções do que pelo processo da mente.

Nesta faixa etária a mente de uma criança de dois a três anos está ainda na primeira fase do seu desenvolvimento e por isso tem certo limite de compreensão:

- ela vai gostar e assimilar apenas o que for ensinado com simplicidade e de forma repetitiva. É por isso que gosta de ouvir a mesma história um monte de vezes. E como ela ainda não está com o processo da memória formado, ela esquece com rapidez.

- a sua concentração é curta, mas também é intensa. A criança nesta idade pode se concentrar apenas em uma ideia de cada vez, focalizando só uma imagem por vez e pode prestar atenção na mesma coisa só dois ou três minutos de cada vez. Estas são as limitações que devemos respeitar na criança desta idade e não devemos exigir o que ela não pode ainda fazer.

Entender isto é respeitar a criança.

- nesta idade a criança conhece da língua materna, por volta de 700 palavras. A criança começa usando palavras soltas e depois consegue formar pequenas frases. Ela não pode ainda expressar tudo o que aprendeu porque a sua memória é muito curta ainda. Por isso pode prestar atenção em uma história curta e depois de ouvi-la várias vezes, ela vai se lembrar apenas de fatos. Se a história é alterada a criança percebe, mas não é capaz ainda de repeti-la. Como a sua memória é curta ainda nesta idade, logo ela vai esquecer o que acabou de ouvir. Não brigue com a criança se você já falou e ela esqueceu: ela esqueceu porque a memória dela é curta! Por isso as crianças pequenas gostam de ouvir a mesma história um monte de vezes.

- nesta fase também, a criança está descobrindo o mundo e também descobre a si mesma. Os pais são responsáveis por estar sempre alertas para saber se a criança está em um lugar seguro, sem nada que possa machucá-la, ou que não haja produtos de limpeza e coisas que ela possa engolir e sufocar. É preciso ficar de olho, mas sem oprimir, devemos optar por um ambiente adequado à criança. Se não houver nada de perigoso ao alcance de suas mãozinhas e o ambiente for adaptado à curiosidade da criança, estaremos colaborando abundantemente para o seu crescimento sadio. A criança poderá brincar e nós estaremos mais tranquilos. Com esta simples atitude de tirar tudo o que é perigoso de seu alcance, não precisaremos correr ao pronto-socorro porque a criança se machucou ou engoliu algo que pode matá-la, como produtos de limpeza.

Quando falamos de emoções, a criança de 2 a 3 anos:

- reage ao clima emotivo e é sensível às emoções da mãe. Se a mãe está bem, a criança está bem; se a mãe não está bem, a criança fica irrequieta sentindo que algo está errado e fica insegura. Então se a mamãe não está bem o melhor é pedir ao papai ou a vovó ou alguém que a criança conheça para cuidar dela enquanto se recupera.

- nesta fase a criança vai procurar por novas sensações: ela aprende diariamente e quer experimentar coisas novas para ter sensações novas. Para isso ela usa as mãos e a boca, quer pegar as coisas e ver se tem algum gosto, por isso mexe em tudo e coloca tudo na boca como fazia quando era bebê, está aprendendo a reconhecer coisas novas. Como já falamos, devemos estar atentos para não deixar coisas perigosas ao alcance de suas mãozinhas.

- a criança nesta idade não é inibida e não sabe ainda dissimular: quando está zangada, ela mostra que está zangada e quando está interessada também.

- ela ainda é muito sensível e fica insegura perto de muita gente. Então se levarmos uma criança desta idade a algum lugar público ou uma festa onde tem muita gente, não podemos querer que ela se solte e vá brincar com os outros. Ela precisa de tempo para conhecer o ambiente e se certificar de que é seguro.

- nesta idade também, se uma criança chora, todas choram por que têm medo. Por ela ser ainda muito pequena e inexperiente conhecendo pouco do mundo que a cerca, as novas sensações que ela procura podem acabar assustando a criança. Ser separada da mãe a assusta: será que ela volta? Ela só vai se sentir segura com o que lhe é familiar, com aquilo que ela está acostumada a ver todos os dias. Ela teme a escuridão por não poder enxergar o seu ambiente e tem medo também de ruídos fortes, de estar sozinha ou com pessoas estranhas, tem medo de alturas e tudo mais que ela não conhece. Jamais coloque medo na criança em relação a bichos ou escuridão porque a criança pode crescer transformando este medo em pavor ou claustrofobia e não vai poder olhar por uma janela ou entrar num elevador ou dormir direito à noite porque tem medo que algo aconteça.

- a criança nesta idade ainda confia em seus familiares totalmente e acredita em tudo que lhe falarem, mas a criança aos poucos descobre que está sendo enganada e vai perdendo a confiança. A confiança é muito importante para o desenvolvimento desta relação, pois quando a criança estiver maior aceitará melhor os conselhos dos mais velhos porque o relacionamento foi baseado em confiança. Se quando maior a criança, ela descobrir que foi enganada e que as pessoas mentiram pra ela, ela vai achar que tudo o que falarem é questionável.

Como a mente e a emoções, a vontade também faz parte da alma. Através dela tomamos atitudes para realizar aquilo que achamos que devemos fazer. Nem sempre é bom fazer o que temos vontade, mas para educar nosso comportamento precisamos desde pequenos ser ensinados a fazer o bem.

- os exemplos que damos aos pequeninos são muito importantes, pois é desta forma que a criança mais aprende. Se os adultos em volta dela gritam, murmuram ou reclamam o tempo todo e batem na criança para ter sossego, é exatamente isso que a criança vai aprender a fazer. Por outro lado, se a criança vive em um ambiente de paz e harmonia e lhe é dada a devida atenção falando-se com ela com voz branda e carinho, ela vai aprender como é bom tratar bem as pessoas porque ela vai se sentir bem e amada e isso é primordial.

- a criança desta idade descobre que é um indivíduo e que pode tomar decisões próprias. É quando surge a fase  do “não”, tanto do adulto como da criança. Nossas atitudes devem ser vigiadas para não provocar revoltas desnecessárias, ou seja, pense bem antes de dizer ‘não’ se realmente não existe a possibilidade de fazer o que a criança quer naquele momento. Não é fazer ‘tudo’ o que ela quer, mas sim procurar situações que a interessem e que ela possa se sentir útil, se sentir importante. Se o que ela estiver pedindo naquele momento não é possível fazer, então devemos dar uma explicação simples à criança do porque ela não pode fazer aquilo e em seguida damos uma sugestão e motivamos a criança a fazer algo que ela pode fazer.

- é importante criar oportunidades para que ela possa tomar decisões e fazer escolhas: por exemplo, se está frio a criança não pode vestir uma roupa de verão, então tiramos três opções de roupa de frio que ela possa vestir e a deixamos escolher.

- também é importante ensinarmos a disciplina nesta idade. Ensinar disciplina não significa gritar e bater e fazer obedecer de qualquer jeito, ensinar disciplina requer paciência e autocontrole para mostrar o que é certo fazer. E é assim que vamos conseguir uma criança obediente, porque estamos respeitando seus limites de entendimento. Sempre com voz branda como já falamos. Disciplina não é ter um robozinho em casa que faz tudo o que a gente manda. Disciplina é ensinar a criança até quando ela entender que há coisas que podemos fazer e outras que não podemos mostrando os limites, explicando até onde podem ir e lembrar isto sempre pra criança porque a memória dela é curta ainda. Com o tempo, a memória amadurece e a criança que ouviu repetidas vezes a regra de forma amável, vai se lembrar e fazer com naturalidade o que lhe pedirem, estando contente por obedecer. Se as regras lhe foram impostas, vai se lembrar do momento ruim em que foi pressionada e agredida e a revolta que vem acumulando durante seu crescimento vai transbordar e o resultado em relação à disciplina é péssimo. São dois caminhos diferentes.

Sobre o relacionamento social da criança de 2 a 3 anos:

- devemos entender que ainda é o início de seus relacionamentos com os outros, ela está apenas começando e não sabe nada a respeito. Não se deve de forma alguma forçar e muito menos rotular a criança dizendo que ela é ‘um bicho do mato’. Devemos sempre tomar cuidado com as palavras. O melhor a fazer é estar do lado e deixar que a criança decida quando ela quer se juntar a outras crianças e brincar. Isto é respeitar a criança de 2 a 3 anos.

- devemos lembrar aqui que uma criança nasce egoísta e nesta idade prefere brincar sozinha, mas com alguém por perto. O egoísmo diminui naturalmente quando entra em conflito com a aceitação social, por volta dos 4 anos

- a criança nesta idade procura carinho dos outros e precisa mesmo de muito carinho. Ela é muito simpática e sabe cativar a atenção dos adultos. Esta é uma boa fase para ensinar a cooperar e compartilhar com os outros, mostrando como se faz e não impondo e brigando para que aja como queremos.

Agora vamos falar de outra parte do ser humano que é a mais importante porque cuida das outras. Estamos falando do espírito. O espírito é o que nos liga a DEUS, nosso Criador, e através dele podemos ter discernimento sobre todas as coisas sendo influenciados pelo ESPÍRITO SANTO para fazer as coisas certas. Com o nosso espírito bem cuidado tomamos conta da nossa alma (mente, vontade e emoções) que cuidará, por sua vez, do corpo físico.

- a idade de 2 a 3 anos é a idade da inocência. A criança ainda não distingue o bem do mal, mas a criança já nasce com um impulso de procurar a DEUS, falando a sua linguagem e se interessa muito por DEUS.

- ela quer imitar os adultos e, portanto, atitudes espirituais como ir à igreja ou orar, serão colocadas através do exemplo com quem convive. Ela vai imitar e vai se tornar hábito em sua vida. A criança ainda não compreende bem a oração, mas ela reage positivamente a orações simples como ‘Obrigado SENHOR JESUS porque Tu me amas’ ou ‘Muito obrigado SENHOR pela comidinha’.

Nesta idade já podemos repetir para a criança versículos curtos como: 

 “… O Filho de DEUS me amou…” (Efésios 5:2)

 “… O SENHOR é o meu Pastor…” (Salmo 23:1).

Não devemos forçar a criança a repetir o versículo, pois sabemos que a memória dela é curta nesta idade. Os adultos é que devem sempre repetir os versículos importantes e pela repetição, mais tarde, guardarão em sua memória para a vida toda o que lhes foi ensinado.

Veja o que diz Provérbios 22.6: 

 “Ensina a criança no caminho em que deve andar

e ainda quando for velho não se desviará dele”

Podemos falar com as crianças também nesta idade, com palavras simples, sobre salvação. É claro que a criança ainda não tem o poder de decisão e não se pode forçá-la a dar uma resposta. Mas podemos incentivar a fazer coisas boas como ajudar os outros e explicar que isto agrada a DEUS. Falar sobre coisas bonitas que nos ensina nosso Pai na Palavra vai mostrar à criança que existe algo maravilhoso ao qual ela tem direito, ao qual todo ser humano tem direito.

 

RESUMINDO: a criança de 2 a 3 anos é:

Em relação ao corpo: ativa

Em relação à mente: descobridora

Em relação à vontade: moldável

Em relação ao emocional: sensível

Em relação ao social: tímida

Em relação ao espiritual: imitadora

  A CRIANÇA DE 2 ANOS É MUITO SENSÍVEL E DEVE

SER ENSINADA COM CARINHO E VOZ BRANDA.

 

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3 Responses to “De 2 a 3 anos”

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