O Que é Que eu Faço com Meu Filho?

Posted On Março 27, 2009

Filed under Projeto Filhos

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O QUE É QUE EU FAÇO COM MEU FILHO?

OBJETIVO

Desde a adolescência, muitas pessoas apresentam distúrbios de ordem física ou emocional como o medo, complexos, angústia, ansiedade, preocupação excessiva, insônia, dores de cabeça, ânsia, tremedeira, gastrite nervosa e outros em vários níveis de gravidade que prejudicam a vida diária e o plano profissional.

Especialistas afirmam que esses males têm suas raízes formadas na infância. Situações pelas quais passamos ou palavras que nos foram ditas quando éramos pequenos, geraram estes problemas dentro de nós. Se analisarmos de forma simples a situação, diremos então que basta modificar a forma como lidamos com os nossos filhos e eliminaremos esses males. Parece bem simples. E é simples assim. A questão é: o que devemos modificar ou acrescentar na educação dos nossos filhos?

Este blog tem como objetivo ajudar as mamães ou futuras mamães, os papais, avós, babás e professores a terem um melhor relacionamento com as crianças pelas quais são responsáveis visando, sobretudo a harmonia familiar e o relacionamento interpessoal, para que as crianças se tornem adultos seguros de si e felizes, e para que seus responsáveis possam estar cada vez mais satisfeitos com o resultado que terão estampado no rosto de seus filhos, pois a maior alegria de quem tem uma criança é ver esta criança crescer feliz e ser bem sucedida na vida.

Eu convido você a fazer parte deste grande projeto de DEUS e que a sua família seja grandemente abençoada.

INTRODUÇÃO

Algo que sempre me perturbou nos artigos ou livros que li sobre psicologia é que por mais que os autores explicassem, através de seus tantos estudos e grandes pesquisas as diversas classificações comportamentais de um ser humano, eu não achei em nenhum texto uma descrição ou explicação de como reverter ou prevenir problemas psicológicos. Por isso eu quis tanto escrever este blog, para que, assim como eu, tantas outras pessoas pudessem entender através da pura simplicidade o que fazer e o que não fazer com os filhos: quais os pontos principais a serem observados e quais os maiores erros cometidos na educação de uma criança?

Ter filhos felizes e libertos é o sonho de toda família: que eles possam ter muita saúde, ser inteligentes, extrovertidos, que saibam se defender e tantos outros ‘rótulos’ impostos. Para cada ser humano que nasce, não só a sociedade cobra, mas a própria família espera que ele seja “conforme o padrão” estipulado. Desde que ele nasce tentamos ‘enquadrá-lo’ neste padrão sem ao menos esperar que ele cresça um pouco para saber quais as suas aptidões e habilidades. E então cometemos os piores erros: crianças introvertidas que são obrigadas a frequentar psicólogos para ‘ensiná-las a se soltar em público’ e acabam destruindo uma vida que possivelmente teria nascido para uma descoberta fantástica. Sim, porque os introvertidos são os que desenvolvem melhor a mente, pois gostam de meditar e estar sozinhos com seus pensamentos, enquanto que os extrovertidos são mais comunicativos e gostam de interagir.

Precisamos entender que cada indivíduo é único e não podemos forçá-lo a ser o que ele não nasceu para ser. Se existem várias personalidades, é óbvio que nós não podemos querer que todas as pessoas sejam iguais ou se comportem da mesma maneira. Observar os nossos filhos desde pequenos nos mostrará as suas tendências e aptidões para podermos definir a melhor forma de educá-los: se uma criança demonstra ser mais introvertida, ela voltará a sua vontade às atividades mais calmas e independentes, enquanto que as mais extrovertidas terão atitudes mais sociais e comunicativas. Ser intro ou extrovertido indica o tipo de personalidade que a criança vai ter. Não devemos forçar a criança a ter um comportamento contrário a sua própria natureza. Crianças introvertidas não precisam de psicólogos para aprender a se soltar. Elas precisam de espaço e tranquilidade para desenvolver o propósito para o qual nasceram. Grandes descobertas no mundo da ciência foram feitas por pessoas introvertidas que preferiram passar o seu tempo de forma mais isolada para fazer pesquisas.

Quanto às pessoas extrovertidas, elas nos trazem alegria e a vontade de viver com sua desenvoltura e otimismo. Mas o mundo precisa tanto de pessoas introvertidas quanto das extrovertidas. E para que possam desempenhar o propósito pelo qual nasceram, precisamos acolher os nossos filhos sem expectativas de que eles sejam como “imaginamos” ou gostaríamos, mas sim na expectativa de descobrir a maravilhosa ideia que Deus implantou em seu interior: o seu potencial. Potenciais incomuns trazem grandes mudanças para a humanidade. Porém, se determinarmos as nossas escolhas em cima de nossos filhos, estes potenciais incomuns serão esmagados e jamais surgirão à tona. Não seria realmente um grande desperdício?

 

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