Do Primogênito ao Caçula

A DIFERENÇA DO PRIMEIRO PARA OS OUTROS FILHOS

 Primeiro filho, segundo, terceiro… Agimos de modo diferente com eles. O primeiro sofre com nosso excesso de zelo e preocupação, sem querer sufocamos nosso primeiro filho com medos que sentimos, dúvidas e incertezas e no que diz respeito à saúde, acredito que neste caso os pediatras devem lucrar bastante!

 Falhamos com nossos primogênitos porque, da mesma forma que nossos filhos, temos medo do desconhecido. Não tivemos filhos antes, portanto não sabemos como lidar com eles. Então ficamos inseguros, eles sentem e choram, como explicamos anteriormente.

 E voltamos à mesma tecla: temos que nos acalmar e acalmar nosso pequeno. Um colo, um acalanto, uma oração… E tudo volta ao normal. Não? Será que existe alguma culpa achando que estamos fazendo algo errado ou que não sabemos cuidar dos nossos filhos?

 Nada de culpa, nada de medo, aos poucos a gente também aprende, se sente mais seguro e transmite a segurança pros nossos filhos.

 Quando chega o segundo filho tudo “funciona” melhor, porque já passamos por isso, já conhecemos, sabemos que é tudo normal e que tudo sempre acaba bem. E muitos erros não serão repetidos.

 Quanto ao terceiro a gente pode até dizer que o terceiro “se cria sozinho” porque finalmente a gente aprendeu a deixá-lo em paz! São os mais felizes, não sofreram com os nossos medos, tem pais muito mais acostumados com o enredo e não são sufocados por excessos de cuidado. Mas também não vale largá-los! Estes principalmente precisam, como toda criança de limites para crescerem saudáveis. E cuidado para não mimá-lo!

 Quando fazemos diferença entre os filhos, inúmeros sentimentos negativos surgem e atrapalham o relacionamento familiar: ciúmes, inveja, rancor, rejeição, mágoa, são exemplos do que podemos provocar entre os filhos e com o passar do tempo estes sentimentos acabam afastando a todos na família, pois não sabem lidar com eles e a família acaba sendo destruída, e cada um vai para um canto. Então se um de seus sonhos é ver seus filhos todos unidos e se amando, comece desde o nascimento de cada um a ensinar apenas sentimentos bons: o amor ao próximo, como é gostoso ajudar o outro, fazer e receber um carinho, o reconhecimento, a gratidão e tantos outros que farão com que seus filhos conheçam a melhor parte da vida, que é a dos bons relacionamentos.

 Depois de DEUS, o relacionamento mais importante que nós devemos ter é com a nossa família, a partir do momento em que os pais sabem respeitar os filhos. Respeitar filhos é jamais provocar sentimentos ruins e prejudiciais, fazendo diferença entre eles. O que os pais fizerem vai determinar se no futuro seus filhos vão ter um bom relacionamento entre eles e com outros. Afinal, não queremos ver nossos filhos sofrerem mais tarde, certo?

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