De 2 a 3 anos

DE 2 A 3 ANOS

Como mencionamos anteriormente, de zero a 2 anos a criança é demasiadamente sensível e todas as sensações constroem a base emocional para a vida toda. O aprendizado influenciado pelas emoções continua até a adolescência. Quando a base emocional é construída com emoções positivas, o ser humano intensifica o desenvolvimento dos sentimentos construtivos como: a aceitação, a segurança, a valorização e a estima, tanto para si como em relação às outras pessoas. Começando desde cedo o desenvolvimento destas emoções em nossas crianças, a infância, a adolescência e a vida adulta serão muito mais proveitosas e tranquilas.

Com dois anos de idade, a criança tem mais equilíbrio ao andar e usa as mãozinhas com mais destreza. Nesta idade entra em cena uma fase importante: a fase do “eu sei fazer sozinho”. Nesta fase nós temos que entender que a criança se acha autossuficiente e mesmo que não seja, devemos ter certo jogo de cintura e muita paciência para deixar a criança fazer certas coisas. Se dissermos “não” a tudo o que a criança quer fazer sozinha, vamos bloquear seu instinto de iniciativa e ela, mais tarde, vai ter medo de tomar iniciativas por não saber qual vai ser a reação das pessoas. Isto prejudica a autoestima. Ela pode tentar se vestir sozinha, e quando precisar de ajuda nós estaremos por perto. Mas é muito importante deixá-la tentar sozinha. E mesmo que ela não consiga fazer alguma coisa, temos que elogiar, dizer que foi muito bom e que vai conseguir cada vez melhor. Devemos dizer às crianças o que nós gostamos de ouvir: um elogio. E também incentivar, motivar e fazê-lo se sentir importante.

O que pode ocorrer também nesta fase de dois anos é a chegada de um irmãozinho ou irmãzinha. Um novo ser que venha compartilhar o amor dos pais e dividir a atenção. Para não despertar no mais velho o ciúme do mais novo, devemos mentalizar a situação de uma forma saudável para então poder transmitir ao filho a chegada do novo membro da família, do modo como ela realmente deve ser: de enorme alegria. Durante a gravidez o filho deve fazer parte desse novo “acontecimento” e ter o direito, como o pai e a mãe, de curtir este momento. Devemos ensinar ao filho mais velho o que está acontecendo dentro da barriga da mamãe, numa linguagem simples. Podemos mostrar fotos da mãe grávida e dele recém nascido e dizer que ele também estava na barriga da mamãe. Sempre que alguém falar do bebê, que seja com grande alegria, pois um novo membro da família está para chegar e a casa ficará ainda mais repleta de alegria Quando chegar a hora do parto é importante explicar ao filho que a mamãe vai à maternidade porque é lá que se tira o bebê da barriga, e que ela vai voltar com ele no colo. Quando a mamãe voltar pra casa a primeira atenção deve ser dada ao filho mais velho, convidando-o a conhecer o novo membro da família. Podemos dizer e permitir que nosso filho participe dos cuidados com o recém-nascido assim que ele chegar. Podemos ensiná-lo a fazer carinho bem devagar, chamá-lo sempre que for trocá-lo, pedir ajuda, por exemplo, pra buscar a pomada ou a fralda, fazer com que o filho mais velho se sinta útil e prestativo. Quando o bebê estiver dormindo, fazemos com o mais velho o que fazemos com o bebê: nós o pegamos no colo, fazemos carinho e demonstramos a fundo o nosso amor por ele também. Cuidado sempre com as palavras: ao invés de comentários como: “Vamos aproveitar que ele está dormindo, pra ficarmos somente nós dois”, onde a criança vai associar “bebê” com “atrapalha meu relacionamento com a mamãe”, podemos dizer: “Vamos deixá-lo sossegadinho dormindo e vamos fazer algo enquanto ele não acorda”, sempre enfatizando que o bebê precisa muito de ajuda, e ele pode ajudar. Comentários maldosos do tipo “ele veio roubar seu lugar” ou “agora tem que dividir tudo, até o amor da mãe” são mentiras e fazem muito mal à criança porque mesmo os comentários feitos de brincadeira são interpretados pela criança exatamente da forma de que são falados. A criança não tem malicia para discernir comentários irônicos ou brincadeiras e vai prejudicar o relacionamento com o irmão e gerar problemas desnecessários em seu interior. O que para os adultos pode parecer coisinha à toa, para uma criança pode marcá-la por toda uma vida. Usando sempre uma voz suave e muita paciência e atenção estaremos colaborando com o desenvolvimento sadio do pequenino que cresce muito rápido e aprende muito também. Por ele ser muito sensível, ele aprende pelas emoções e qualquer experiência ruim vai prejudicá-lo. Quanto mais a criança cresce, mais ela amadurece tanto mental quanto emocionalmente. Mas é um processo demorado e a paciência e a mansidão são as ferramentas mais importantes se quisermos crianças felizes e sadias. Analisando as características de cada fase para entender como é a estrutura física e psíquica, aprenderemos o que acontece com o corpo, a mente, as emoções, a vontade, o espírito e a vida social da criança.

DE 2 A 3 ANOS – O CORPO

Nesta idade a criança está crescendo muito e precisa comer e dormir muito e gastar muita energia. É importante nesta fase continuar tendo horários para comer e dormir. A criança pequena precisa de rotina para se sentir segura em lugares em que ela está acostumada a frequentar.

– a criança se desenvolve com rapidez nesta fase e precisa se mexer muito: ficar quieta ou sentada aos 2 a 3 anos de idade é contra a natureza dela porque ela está desenvolvendo os músculos maiores das pernas e dos braços e por isso ela aprende correndo, pulando ou jogando coisas para o alto. Seus movimentos ainda não são suaves e por isso ela rabisca e não pinta dentro dos contornos de um desenho. Para exercitar os bracinhos, a criança desta idade gosta de jogar coisas para o alto. Uma bola faz muito sucesso nesta fase e pode-se usar uma cesta grande e ensiná-la a acertar a bola no cesto. Ela vai se divertir muito. Elogie quando ela acertar o alvo que tem que ser fácil pois ela ainda é pequena. As perninhas estão mais firmes, portanto pode andar agora com maior segurança e aprende a pular. E com esta firmeza maior nas perninhas, ela quer se exercitar pulando e correndo e não quer parar quieta cansando-se facilmente: ela vai precisar de vários momentos de descanso.

Atenção: em relação ao seu sistema nervoso a criança reage a todas as impressões que recebe e aprende mais pelas emoções do que pelo processo da mente.

DE 2 A 3 ANOS – A MENTE

A mente de uma criança de 2 a 3 anos está ainda na primeira fase do seu desenvolvimento e por isso tem certo limite de compreensão: – ela vai gostar e assimilar apenas o que for ensinado com simplicidade e de forma repetitiva. É por isso que gosta de ouvir a mesma história um monte de vezes. E como ela ainda não está com o processo da memória formado, ela esquece com rapidez.

– a sua concentração é curta, mas também é intensa. A criança nesta idade pode se concentrar apenas em uma ideia de cada vez, focalizando só uma imagem por vez e pode prestar atenção na mesma coisa só dois ou três minutos de cada vez. Estas são as limitações que devemos respeitar na criança desta idade e não devemos exigir o que ela não pode ainda fazer. Entender isto é respeitar a criança.

– nesta idade a criança conhece da língua materna, por volta de 700 palavras. A criança começa usando palavras soltas e depois consegue formar pequenas frases. Ela não pode expressar tudo o que aprendeu porque a sua memória é muito curta ainda. Por isso pode prestar atenção em uma história curta e depois de ouvi-la várias vezes, ela vai se lembrar apenas de fatos. Se a história é alterada a criança percebe, mas não é capaz ainda de repeti-la. Como a sua memória é curta ainda nesta idade, logo ela vai esquecer o que acabou de ouvir. Não brigue com a criança se você já falou e ela esqueceu: ela esqueceu porque a memória dela é curta!

– nesta fase também, a criança está descobrindo o mundo e a si mesma. Os pais são responsáveis por estar sempre alertas para saber se a criança está em um lugar seguro, sem nada que possa machucá-la, ou que não haja produtos de limpeza e coisas que ela possa engolir e sufocar. É preciso ficar de olho, mas sem oprimir optando por um um ambiente adequado à criança. Se não houver nada de perigoso ao alcance de suas mãozinhas e o ambiente for adaptado à curiosidade da criança, estaremos colaborando abundantemente para o seu crescimento sadio. A criança poderá brincar e nós estaremos mais tranquilos. Com esta simples atitude de tirar tudo o que é perigoso de seu alcance, não precisaremos correr ao pronto-socorro porque a criança se machucou ou engoliu algo que pode matá-la, como produtos de limpeza.

DE 2 A 3 ANOS – AS EMOÇÕES

– a criança de 2 a 3 anos reage ao clima emotivo e é sensível às emoções da mãe. Se a mãe está bem, a criança está bem; se a mãe não está bem, a criança fica irrequieta sentindo que algo está errado se sentindo insegura. Então se a mamãe não está bem, o melhor é pedir ao papai ou a vovó ou a alguém que a criança conheça para cuidar dela enquanto a mãe se recupera.

– nesta fase a criança vai procurar por novas sensações: ela aprende diariamente e quer experimentar coisas novas para ter sensações novas. Para isso ela usa as mãos e a boca, querendo pegar as coisas e ver se tem algum gosto, da mesma forma que fazia quando era ainda bebê, aprendendo a reconhecer coisas novas. Como já falamos, devemos estar atentos para não deixar coisas perigosas ao alcance de suas mãozinhas.

– a criança nesta idade não é inibida e não sabe ainda dissimular: quando está zangada, ela mostra que está zangada e quando está interessada também.

– ela ainda é muito sensível e fica insegura perto de muita gente. Então se levarmos uma criança desta idade a algum lugar público ou uma festa onde tem muita gente, é preciso dar-lhe o tempo para conhecer o ambiente e se certificar de que é seguro.

– nesta idade também, se uma criança chora, todas choram por que têm medo. Por ela ser ainda muito pequena e inexperiente conhecendo pouco do mundo que a cerca, as novas sensações que ela procura podem acabar assustando a criança. Ser separada da mãe a assusta: será que ela volta? Ela só vai se sentir segura com o que lhe é familiar, com aquilo que ela está acostumada a ver todos os dias. Ela teme a escuridão por não poder enxergar o seu ambiente e tem medo também de ruídos fortes, de estar sozinha ou com pessoas estranhas, tem medo de alturas e tudo mais que ela não conhece. O medo colocado na criança em relação a bichos ou à escuridão pode fazer com que ela cresça transformando este medo em pavor ou claustrofobia e ela não vai poder olhar por uma janela ou entrar num elevador ou dormir direito à noite porque tem medo que algo aconteça.

– a criança de 2 a 3 anos ainda confia em seus familiares totalmente e acredita em tudo que lhe falarem. Mas a criança aos poucos descobre se está sendo enganada e vai perdendo a confiança. A confiança é muito importante para o desenvolvimento da relação com os familiares. Quando a criança estiver maior aceitará melhor os conselhos dos mais velhos porque o relacionamento foi baseado em confiança. Se quando maior a criança, ela descobrir que foi enganada e que as pessoas mentiram pra ela, ela vai achar que tudo o que falarem é questionável.

DE 2 A 3 ANOS – A VONTADE

 Da mesma forma que a mente e as emoções, a vontade também faz parte da alma. Através dela tomamos atitudes para realizar aquilo que achamos que devemos fazer. Nem sempre é bom fazer o que temos vontade, mas para educar nosso comportamento precisamos desde pequenos ser ensinados a fazer o bem.

os exemplos que damos aos pequeninos são muito importantes, pois é desta forma que a criança mais aprende. Se os adultos em volta dela gritam, murmuram ou reclamam o tempo todo e batem na criança para ter sossego, é exatamente isso que a criança vai aprender a fazer. Por outro lado, se a criança vive em um ambiente de paz e harmonia e lhe é dada a devida atenção falando-se com ela com voz branda e carinho, ela vai aprender como é bom tratar bem as pessoas porque ela vai se sentir bem e amada e isso é primordial. Então, quando crescer vai agir da mesma forma porque este foi o exemplo que lhe deram.

– a criança desta idade descobre que é um indivíduo e que pode tomar decisões próprias: é quando surge a fase do “não”, tanto do adulto como da criança. Nossas atitudes devem ser vigiadas para não provocar revoltas desnecessárias. Pense bem antes de dizer ‘não’ se realmente não existe a possibilidade de fazer o que a criança quer naquele momento. Não é fazer tudo o que ela quer, mas sim procurar situações que a interessem e que ela possa se sentir útil, se sentir importante. Se o que ela estiver pedindo naquele momento não é possível fazer, então devemos dar uma explicação simples à criança do porque ela não pode fazer aquilo e em seguida damos uma sugestão e motivamos a criança a fazer algo que ela pode fazer.

– é importante criar oportunidades para que ela possa tomar decisões e fazer escolhas: por exemplo, se está frio e a criança quer vestir uma roupa de verão, então tiramos três opções de roupa de frio que ela possa vestir e a deixamos escolher.

– também é importante ensinarmos a disciplina nesta idade. Ensinar disciplina não significa gritar e bater e fazer obedecer de qualquer jeito. Ensinar disciplina requer paciência e autocontrole para mostrar o que é certo fazer. E é assim que vamos conseguir uma criança obediente, porque estamos respeitando seus limites de entendimento. Sempre com voz branda como já falamos. Disciplina não é ter um robozinho em casa que faz tudo o que a gente manda. Disciplina é ensinar à criança, quando ela conseguir entender, que há coisas que podemos fazer e outras que não podemos. Devemos ensinar os limites, explicando até onde podem ir e lembrar isto sempre pra criança porque a memória dela é curta ainda. Com o tempo, a memória amadurece e a criança que ouviu repetidas vezes a regra de forma amável, vai se lembrar e fazer com naturalidade o que lhe pedirem, estando contente por obedecer. Se as regras lhe foram impostas, vai se lembrar do momento ruim em que foi pressionada e agredida e a revolta que vem acumulando durante seu crescimento vai transbordar na adolescência. A criança desta idade aprende com a repetição e se for ensinada com voz suave vai chegar à adolescência sabendo o que é certo fazer e querendo ajudar e cooperar com os outros. Tudo depende de como ensinamos à criança.

DE 2 A 3 ANOS – O RELACIONAMENTO SOCIAL

De 2 a 3 anos a criança está ainda iniciando seus relacionamentos com os outros. Ela está apenas começando e não sabe nada a respeito. Não se deve de forma alguma forçar e muito menos rotular a criança dizendo que ela é ‘um bicho do mato’. Devemos sempre tomar cuidado com as palavras. Estar do lado e deixar que a criança decida quando ela quer se juntar a outras crianças e brincar é respeitar a criança de 2 a 3 anos.

– devemos lembrar aqui que uma criança nasce egoísta e nesta idade prefere brincar sozinha, mas com alguém que ela conheça por perto. O egoísmo vai diminuir naturalmente quando entra em conflito com a aceitação social, por volta dos 4 anos. Forçar a criança a fazer algo que ela ainda não pode entender é agredi-la. Disciplinar é ensinar com amor.

– a criança nesta idade procura carinho dos outros e precisa mesmo de muito carinho. Ela é muito simpática e sabe cativar a atenção dos adultos. Aos poucos vamos ensinando a cooperar e compartilhar com os outros, mostrando como se faz e dando o exemplo e não impondo e brigando para que a criança faça como queremos.

DE 2 A 3 ANOS – O ESPÍRITO

 O espírito humano é a parte do ser menos conhecida e, no entanto, é a mais importante. Através do espírito nós nos conectamos a DEUS, que nos criou e conhece cada célula do nosso corpo e cada sentimento da nossa alma. Nós adquirimos pela rendição a DEUS o discernimento sobre todas as coisas, sendo influenciados pelo ESPÍRITO SANTO, que é o Espírito de DEUS, a fazer as coisas certas. Com o nosso espírito bem cuidado tomamos conta da nossa alma (mente, vontade e emoções) que cuidará do corpo físico.

Cada ser humano nasce já com o impulso de querer conhecer a DEUS, pois é o próprio DEUS que implanta esta vontade nele para que juntos possam viver e realizar grandes feitos. As circunstâncias em que o ser humano cresce vão determinar se ele vai ter um relacionamento com DEUS. Desde cedo nós podemos falar com as crianças sobre DEUS. A idade de 2 a 3 anos é a idade da inocência. A criança ainda não distingue o bem do mal, mas a criança já nasce com um impulso de procurar a DEUS.

– ela quer imitar os adultos e, portanto, atitudes espirituais como ir à igreja ou orar, serão colocadas através do exemplo com quem convive. Ela vai imitar estas atitudes que vão se tornar hábitos em sua vida, dependendo do modo como forem apresentados. A criança ainda não compreende bem a oração, mas ela reage positivamente a orações simples como ‘Obrigado SENHOR JESUS porque Tu me amas’ ou ‘Muito obrigado SENHOR pela comidinha’. Os adultos podem repetir versículos importantes e pela repetição, mais tarde, a criança guardará em sua memória para a vida toda o que lhes foi ensinado: “Ensina a criança no caminho em que deve andar e ainda quando for velho não se desviará dele” Provérbios 22.6.

A criança ainda pequena se sente a vontade quando a deixamos livre para agir. Nada deve ser forçado para não irritar a criança. Ela vai observar o que fazemos e o que falamos ou cantamos e vai querer imitar. O ambiente deve ser tranquilo e acolhedor.

Para resumir, escolhemos palavras-chave para descrever cada um dos campos citados. Podemos escrever estas palavras-chave em um lugar de fácil acesso para nos lembrar sempre de como é a criança nesta idade e disciplinar as nossas próprias atitudes em relação a elas, para não ultrapassarmos o limite de maturidade e compreensão na criança.

RESUMINDO a criança de 2 a 3 anos é:

Em relação ao corpo: ativa

Em relação à mente: descobridora

Em relação à vontade: moldável

Em relação ao emocional: sensível

Em relação ao social: tímida

Em relação ao espiritual: imitadora

A criança entre 2 e 3 anos é ativa: ela está desenvolvendo os músculos maiores dos braços e das pernas e por isso ela pula e joga o que tem nas mãos. Para exercitar seus músculos podemos proporcionar um espaço com figuras geométricas desenhadas ou pintadas ou até recortadas em cartolina e fixadas com fita adesiva grande no chão e um grande balde com uma bola para acertar o alvo.

A criança de 2 a 3 anos tem uma mente descobridora, portanto, muito cuidado com o que vamos deixar ao alcance se suas mãozinhas. Acidentes são facilmente evitados se nós tomamos as devidas precauções.

Na vontade, a criança de 2 a 3 anos é moldável. Com voz branda e bons argumentos podemos conseguir com que ela acompanhe o que precisa ser feito. O cuidado com a forma com que falamos com a criança desta idade apresentará resultados positivos por causa do emocional sensível e não prejudicaremos o seu desenvolvimento.

Socialmente, a criança de 2 a 3 anos é tímida. Não devemos forçar atitudes, mas sim permitir que, ao seu ritmo, ela adquira segurança e se solte. E quanto ao campo espiritual, ela vai imitar as atitudes dos que convivem com ela.

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7 Responses to “De 2 a 3 anos”

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    meu filho tem 3 anos de idade, e de uns tempos pra cá ele vem se autodenominando uma hora que ele é um porquinho (o irmão da peppa pig) vocÊ o chama pelo nome dele, mas ele diz que ele tal bicho, outra hora uma galinha, oq que significa isso? é normal?

    • Jocelyne

      as crianças nesta idade fantasiam muito e brincam de viver as personagens que fazem parte da sua infância. Não se preocupe, vai passar se você não confrontar. Tudo aquilo que nós proibimos que uma criança faça pode se transformar numa obstinação. Mas se não damos muita atenção e deixamos passar logo a personagem é esquecida e dará lugar a outra. Essa ‘brincadeira de criança’ faz parte da autoafirmação (ele está buscando quem ele é) e dura até aproximadamente os 8 anos de idade. Depois haverão coisas muito mais interessantes para aprender. Que Deus te abençoe por ser um pai zeloso. Abraço !

  5. Sonia

    Tenho uma neta de 3 anos. Adorei esses ensinamentos, muito valioso. Obrigada

  6. Leilane

    MARAVILHOSO TEXTO. Que Deus te abençoe. Obrigada pelos ensinamentos.

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