As Emoções

AS EMOÇÕES

As emoções fazem parte da alma, junto com a mente, a vontade, a consciência e o livre arbítrio. Todas as emoções têm algum efeito sobre o organismo físico: um efeito criativo ou um efeito destrutível, ou seja, um efeito que nos faz bem ou um efeito que nos faz mal. E assim é com nossos filhos em relação ao que proferimos sobre eles: o que dissermos a eles terá um efeito construtivo e fará bem aos nossos filhos ou um efeito destrutível que vai fazer mal a eles. Qualquer palavra direcionada a um ser humano em qualquer idade, mesmo durante a gestação, vai ter um efeito na vida e pode prejudicá-lo para sempre.

 Provérbios 14.30 “O ânimo sereno é a vida do corpo,

mas a inveja é a podridão dos ossos”

 Este versículo está bem claro, aliás, como tudo o que DEUS deixou escrito para nós na Bíblia. O ânimo sereno é quando nós estamos em paz e temos a paz de CRISTO, a paz que JESUS CRISTO conquistou para nós na cruz do Calvário e que nos liberta de todas as prisões. A inveja é um exemplo de sentimento ruim e nocivo que as pessoas ainda sentem quando não estão verdadeiramente em CRISTO. Nossas emoções regem a nossa vida quando nós não alimentamos o nosso espírito. Se nosso espírito não é alimentado diariamente, ele enfraquece e é vencido pela carne, que é a nossa natureza humana controlada pela alma. Enquanto não temos maturidade para viver pelo espírito, nossa vida é sentida, percebida, analisada e controlada pelas emoções. Portanto enquanto ainda somos pequenos, somos sensíveis à tudo o que mexe com nossos sentimentos. O ser humano quando nasce não conhece nada e é totalmente dependente de adultos. Ele precisa ser cuidado, alimentado, e precisa de estímulos para se desenvolver como o olhar, a voz branda e o carinho. E o que acontece com um bebê que não recebe isso? Ele tem uma vida estulta ou uma morte prematura. Se um bebê não recebe carinho, atenção e cuidados na dose certa, ele não se desenvolve normalmente em nenhum sentido, ele vai sofrer de apatia, de tristeza ou de tédio. Dar carinho e atenção a um bebê e a uma criança é tão importante quanto é para nós adultos o alimento espiritual. A criança ainda não entende e não discerne o espiritual, por isso precisa dos adultos para canalizar o que é bom para a vida dela. Um carinho tem que ser dado na hora certa e da maneira certa, quando está tudo bem e não quando a criança faz seu “showzinho”. Devemos dar atenção aos nossos filhos sempre que solicitarem. Devemos aprender a ouvir, a deixá-los falar até que completem seu raciocínio, para depois pensarmos em algo que poderá lhes trazer algum benefício e algum alívio naquilo que estão enfrentando.

 A tensão nervosa, a ansiedade e a insegurança que muitos adultos sentem e não conseguem controlar geram problemas físicos como: dores de cabeça, insônia, dores musculares e estes fatos têm suas raízes formadas na infância, porque os pais não souberam ouvir suas requisições, porque os pais se preocuparam demais em seus próprios problemas, como se os filhos não tivessem nenhum. Todo ser humano a partir do momento em que nasce tem problemas: um recém-nascido não pode se alimentar sozinho, isto é um problema para ele e o responsável por ele deve suprir esta necessidade e assim por diante.

O comportamento, a relação que terão com a comida – se vão sofrer de anorexia ou de bulimia – se vão gostar de estudar ou se vão ser preguiçosos, se vão ser birrentos e tudo o mais que nossos filhos vão ser, depende de nós!

O que estamos ensinando aos nossos filhos?

O que queremos para os nossos filhos?

Queremos que sejam bem sucedidos ou delinquentes?

 Escolhemos o que queremos para os nossos filhos e depois que tivermos certeza do que queremos pra ele, então vamos ter que começar a nos preocupar em aprender a como conseguir o que queremos – atenção: escolher o que queremos para os nossos filhos não significa escolher qual a profissão que eles vão seguir ou quais as matérias que eles vão gostar na escola ou o que eles vão ter que gostar de comer, nada disso!

Cada indivíduo tem gostos diferentes

e não podemos nos impor neste sentido.

 Antigamente os pais, apenas com o olhar faziam que seus filhos obedecessem. Os filhos sabiam que aquele olhar significava “cinta” ou chicote se eles não obedecessem. Na escola existia a palmatória, ou ficar ajoelhado no milho.

O que mudou? Por que mudou?

Esta geração que foi agredida quando criança decidiu que quando teria filhos, eles poderiam fazer tudo o que quisessem e se tornaram pais permissivos, ou seja, que permitiam fazer tudo. O resultado foi uma geração de rebeldes que passou a não ter mais noção do que é certo e do que é errado e cresceram sem limites, achando ‘normal’ planejar o assassinato dos próprios pais para tentar receber a herança da família.

E hoje em dia? Hoje se percebeu que nem a ditadura familiar, nem a educação permissiva são adequadas ao ser humano. Precisamos de um equilíbrio.

E como é esse equilíbrio?

A primeira coisa a fazer é tirar da cabeça que educar um filho é difícil e que não tem fórmula certa. DEUS ensina a educar um filho da forma correta. Está escrito na Sua Palavra! Nós precisamos pedir sabedoria a DEUS e Ele vai nos fazer entender através de seu espírito, como devemos agir.

Vamos entender um pouco mais sobre o ser humano: psicologia vem de psique que significa ‘alma’ e como já falamos, as emoções fazem parte da  alma, assim como a mente e a vontade. Por exemplo: uma pessoa pode muito bem saber alguma coisa (mente), mas rejeitá-la (vontade) porque desperta uma reação negativa (emoção). Sabemos que o jasmim é uma flor linda e que tem um perfume delicioso, mas não vamos nos aproximar dela se ela foi usada no enterro de um ente querido, pois nos lembra de um sofrimento. E o ser humano não gosta do que o faz sofrer porque não nasceu para isso. A criança que ainda não sabe viver pelo espírito, vive pelas emoções que fazem parte da alma. A alma vai controlar a vida do ser humano até que ele adquira maturidade para aprender a viver através do espírito. Portanto, dependendo do ambiente em que vive a criança, podem surgir complexos em sua alma que lhe prejudicarão por toda a vida.

A criança precisa se sentir segura. O ser humano em qualquer idade tem medo do que não conhece. Para uma criança o medo é necessário apenas em relação à preservação da vida. Por exemplo: não por a mão no fogo por medo de se queimar. E não precisa acontecer uma vez com a criança para que ela aprenda que dói. Como já ouvi certas mães falarem: ”O dia em que ele se queimar de verdade vai entender que não pode mexer”. Quando a criança ainda é pequena, temos simplesmente a obrigação de não permitir que a criança frequente lugares perigosos como a cozinha que tem o fogão, facas, vidros ou a área de serviço que tem produtos de limpeza. À medida em que a criança vai crescendo podemos mostrar a ela o que acontece se colocarmos no fogo uma garrafa de plástico vazia: o fogo destrói tudo e por isso precisa ser usado com responsabilidade, porque precisamos dele. Quando fazemos um café fresquinho e o colocamos na xícara, a criança pode com cuidado chegar sua mãozinha perto do copo e sentir a temperatura. Ela não precisa se machucar ou se queimar de verdade para aprender. Devemos explicar com naturalidade sem aumentar a importância do assunto. O fogo é perigoso, mas é necessário para fazer comida. Não podemos dar ao medo uma importância maior do que ele tem, ou seja, o de preservar a vida. O medo excessivo não é bom e não vem de DEUS. O medo é uma arma espiritual que existe para dominar as pessoas e destruí-las. DEUS quer exatamente o contrário: quer que você viva livre de medos e preocupações e tenha uma vida repleta de coisas boas que Ele criou para você.

Se plantarmos em nossos filhos a semente do medo de coisas que não existem, como ‘o homem do saco preto’ ou o ‘bicho papão’, esse medo pode se transformar em pavor e gerar problemas emocionais a ponto da criança não querer entrar num elevador, ou não ter coragem de subir num escorregador por medo de cair, além de prejudicar o desenvolvimento de sua personalidade. E quando esta criança crescer vai ter medo de desafios, medo de enfrentar seus problemas, medo de não ser aceito na sociedade, medo de ser alguém na vida. Não é isso que queremos para nossos filhos. Devemos ensinar à criança a se sentir segura. Devemos ensinar a criança desde cedo que DEUS existe, que DEUS é segurança e está sempre perto.

Salmo 34:7 “O anjo do SENHOR acampa-se

ao redor dos que o temem e os livra”

A criança pequena aprende pelas emoções. As atitudes e palavras dos adultos agirão diretamente no emocional do bebê e da criança. O que devemos mostrar e ensinar para a criança é o lado bom e positivo da vida. DEUS nos dá a dica em Deuteronômio 30.19: 

“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós,

de que te tenho proposto a vida e a morte,

a bênção e a maldição; escolhe pois a vida,

para que vivas, tu e a tua descendência”

Em tudo o que DEUS nos fala, Ele é bem claro: neste versículo, DEUS nos mostra as opções que temos e nos dá a dica do que escolher: “escolhe, pois, a vida” e como temos o livre arbítrio, a escolha depende exclusivamente de nós.

Portanto se quisermos que DEUS controle a nossa vida e nos dê tudo aquilo que Ele preparou para nós, devemos seguir o caminho que Ele nos pediu para seguir: o único caminho verdadeiro que nos leva até Ele: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” João 14:6.

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