A Vontade

A VONTADE

 Como aprendemos a alma representa a mente, a vontade e as emoções. Então juntamente com a nossa vontade estão as emoções que sentimos durante o dia e o resultado disso é o que levamos à nossa mente que ‘absorve’ tudo. Dependendo de como nós alimentamos o nosso espírito, este terá ou não controle sobre a nossa alma e, portanto sobre a nossa vontade. Se seguirmos e realizarmos apenas as nossas vontades carnais não viveremos uma vida plena, pois nós não descobriremos o que DEUS planejou para nós antes de nos criar. Submeter-nos à vontade de DEUS é descobrir o plano que DEUS tem para a nossa vida, descobrir um verdadeiro sentido para a nossa existência:

 Hebreus 10.9 “então acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó DEUS, a tua vontade”

A nossa própria vontade nem sempre é o melhor para nós. DEUS com certeza preparou maravilhas para a nossa vida que estão bem acima do que podemos imaginar, pois os nossos pensamentos não são os pensamentos de DEUS. Os pensamentos de DEUS são muito mais profundos e mais significativos que os nossos. Cientistas afirmaram que usamos apenas 10% da nossa inteligência. O caráter do individuo vai se cristalizando de acordo com sua escolha entre o bem e o mal, o fácil e o nobre, o certo e o errado. É por isso que é importante ensinar aos nossos filhos desde cedo o que se pode e o que não se pode fazer. Assim agimos quando ensinamos limites. Da mesma forma que nós não podemos seguir tudo o que nos dá vontade, nós também não podemos fazer todas as vontades da criança, porque nós sabemos que isso não é bom para ela. Uma criança que tem todas as vontades atendidas fica mimada e insuportável e cresce achando que todos têm que fazer as suas vontades, foi isto que lhe ensinaram. E quando crescer não va conseguir entender porque não pode ter mais tudo o que quer. Então a vida torna-se difícil e frustrante e o jovem sofre e se rebela porque aparecem conflitos em sua mente que ele não consegue resolver porque não lhe ensinaram limites. E por não saber lidar com estes conflitos interiores, pode se revoltar e se tornar agressivo e até violento e não vao saber manter seus relacionamentos.

E isso tudo pode ser evitado, se prestarmos atenção em como educamos nossas filhos. É claro que não vamos querer que eles sofram assim mais tarde. Então usamos de amor, bom senso, carinho, atenção, e ensinamos limites.

 Devemos desenvolver em nossos filhos qualidades tais como: tomar decisões acertadas e, ao mesmo tempo, aprender a se submeter à autoridade. A criança não pode decidir o que vai comer ou para onde vai, mas pode escolher se quer ir pra cama com a boneca ou com o ursinho. (capacidade de tomar decisões). É assim que começa!

Com o filho maior, devemos fazer com que analise todos os pontos, que considere os fatos e devemos ajudá-lo a resolver a situação e não fazer por ele ou abandoná-lo dizendo que é problema dele.

Ensiná-los a se submeter à autoridade é primeiramente respeitá-los como indivíduos, levando-se em conta a maturidade deles e isto desde cedo. A criança que desde pequena sabe quem o orienta, vai saber quem é a autoridade. Mas este respeito do adulto para com a criança deve permanecer conforme a criança vai crescendo.

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