Amor Incondicional

AMOR INCONDICIONAL

Para falarmos de AMOR precisamos conhecer os diferentes tipos de amor. Nós não amamos o nosso cônjuge da mesma forma com que amamos nossos filhos ou nossos pais ou os nossos vizinhos e colegas de trabalho.

Existem quatro tipos de amor:

– o amor chamado “PHILOS”, uma amizade entre duas pessoas;

– o amor chamado de “EROS” que é o amor carnal ou amor sexual que é sentido por uma atração física devido a uma reação química do nosso corpo;

– o amor “STORGE” que é o amor relacionado à família;

– e o amor “ÁGAPE” que é o amor que vem de DEUS e que só Ele pode nos dar.

Os três primeiros tipos de amor, Philos, Eros e Storge, são medidos pelas emoções, baseados naquilo que sentimos. São sentimentos da esfera natural, da alma do ser humano. Por tratar-se de sentimentos, estes três amores são instáveis, movidos pelas emoções. Nós esperamos de um amigo sua companhia, sinceridade e consideração. Do cônjuge, fidelidade e devoção são óbvias. E quanto à família, disposição, compreensão e perdão por toda a vida. Não queremos continuar um relacionamento de amizade se a confiança foi quebrada. No amor Eros se o cônjuge comete adultério não queremos mais este relacionamento. O casamento baseado no amor Eros é um casamento precipitado motivado pela atração física que causa reações químicas no nosso corpo. Estas reações químicas nos fazem sentir bem, uma dose de adrenalina. O amor Storge, com a família, chega a ser absurdamente abusivo. De certa forma, nós atribuímos à família a “obrigação” de fazer tudo por nós e as expectativas e as cobranças são sempre enormes. As expectativas em relação à família são insensatas, baseadas no próprio ego, achando que temos o direito de pedir qualquer coisa para a família que deveria corresponder aos nossos caprichos ou então chegaremos à conclusão de que não nos é dado o devido valor. Nós cobramos e manipulamos os parentes próximos com o amor Storge. Então aparecem as discórdias e acabamos por concluir que “não precisamos” da família, e vamos achar o devido retorno que procuramos, em nossos amigos. Podemos perceber que as atitudes que tomamos com o Philos, que é o amor com nossos amigos, são totalmente diferentes das atitudes que tomamos com o Storge, que é o amor com os familiares. Com os nossos amigos, nós não exigimos que eles façam algo e sim, nós pedimos e isto é bem diferente. Nós conseguiríamos ótimos resultados em família se tratássemos nossos parentes como tratamos os nossos amigos. Compreender os filhos ou os familiares não é fácil se temos apenas o amor Storge. Os pais acabam exigindo dos filhos que ajam conforme aquilo que eles pensam estar certo, e cobram comportamentos acima da maturidade deles, gerando grandes conflitos. Estes primeiros três tipos de amor são superficiais, baseados em sentimentos e eles não são fortes o suficiente para manter bons relacionamentos.

        Mas e quanto às lindas histórias de amor que duram uma vida inteira? O amor que pode nos ajudar em qualquer situação é o Amor Ágape, que é o amor que recebemos de DEUS através do nosso espírito. Somente o Amor Ágape pode tornar relacionamentos duradouros porque não se trata de um sentimento e sim de uma decisão da vontade.

Eu decido que vou amar em qualquer circunstância e incondicionalmente. Este amor vem de DEUS e podemos recebê-lo se tivermos um relacionamento íntimo com Ele. Se não temos o amor ágape não podemos dá-lo a ninguém, porque não se pode dar aquilo que não se tem.

Emoções são reações químicas que mudam constantemente em nosso corpo. Nas emoções são baseados o amor Philos, o Eros e o Storge. Mas o Amor Ágape é um amor que perdoa as ofensas, que suporta injustiças, que perdoa o cônjuge que adulterou e procura restabelecer o convívio. O Amor Ágape não é uma emoção, é uma opção.

Quando desenvolvemos um relacionamento com DEUS e permitimos que Ele transforme o nosso interior curando as feridas da alma e tomando o controle de tudo, nós recebemos este amor Ágape e nós escolhemos amar. O Amor Ágape é uma força gerada por uma decisão. Os sentimentos são enganosos e nos cegam, nos fazendo agir com egoísmo. JESUS CRISTO amava incondicionalmente: se ele se deixasse levar pelos sentimentos, ele não teria conseguido morrer para realizar o plano de DEUS de nos resgatar e nos trazer de volta ao caminho que nos leva a DEUS. JESUS disse “Um novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros como eu vos amei”. O Amor Ágape é um mandamento; um mandamento é uma lei, e leis não têm sentimentos. Uma lei é algo que você segue e obedece porque assim foi decidido para o bem de todos. Nós seguimos uma lei porque sabemos que é o certo a fazer. O Amor Ágape, ou amor incondicional, é a ferramenta essencial para trabalharmos a autoestima, a autoaceitação e a autoconfiança em nossos filhos. Este maravilhoso amor que vem de DEUS edifica os lares com harmonia, constrói pontes para unir os que estão perdidos e mostra como é possível viver no mundo de hoje com paz, alegria, proteção e esperança, pois a grande causa de tantas desgraças na vida do ser humano é de ter esquecido onde está a Fonte de vida.

O amor é a resposta ao entendimento do valor de algo.

Naquilo que valorizamos, nós colocamos certa quantidade de amor: se nós compramos um carro zero ou uma casa que nos custou uma fortuna, nós vamos querer cuidar bem do que escolhemos para nós. Em outras palavras, quanto mais valiosa é uma coisa pra nós, mais nós vamos querer cuidar bem dela. Quanto mais valor nós colocamos em algo, mais nós vamos nos sentir dispostos a nos dedicar a este algo. O amor é uma resposta ao entendimento do valor de algo: DEUS nos ama tanto que deu o Seu Filho Unigênito para morrer por nós. Quando DEUS nos vê, ele se vê a si mesmo porque fomos feitos à sua imagem e semelhança. O Amor Ágape é uma força gerada por uma decisão. A humanidade maltratou o Filho de DEUS e O crucificou, por causa da falta de entendimento e pelos sentimentos ruins de seus corações.

Quando nos aproximamos de DEUS em um relacionamento mais íntimo, recebemos dele os frutos do Seu Espírito. Aprendemos a disciplinar a nossa boca tomando cuidado com as palavras que proferimos sobre os nossos filhos e outras pessoas, para evitar chegar ao ponto de prejudicá-los, pois tudo o que proferimos com palavras fica registrado na esfera espiritual. A compaixão permite que antes de abrirmos a boca para falar qualquer palavra, nós refletimos se nós mesmos gostaríamos de ouvi-las.

Não podem existir condições para se amar um filho.

Tudo neste mundo parece estar sujeito a condições: a aceitação de pessoas na sociedade depende da sua aparência física ou da sua posição social. Se a pessoa é considerada ‘feia’, a sociedade discrimina e isso vem desde a época da escola com o bullying. Mas o que é ser feio afinal? Um galã de novela que se envolve em tráfego de drogas ou uma modelo com o corpo escultural que se acha no direito de maltratar a sua empregada? São comportamentos como estes que podemos chamar de feios. Padrões de beleza externa não devem ser julgados. Nós somos como DEUS nos fez. Muitos recebem algo mais substancial do que a beleza física: uma inteligência acima do comum ou uma percepção mais profunda da vida para realizar grandes feitos. Quando uma pessoa     decide se enquadrar em um padrão de beleza física, ela acaba sofrendo muito para manter este padrão, achando que se alguma coisa mudar ela será rejeitada. Outros se esforçam para ter muitas coisas porque a sociedade valoriza o ‘ter’ enquanto que o Amor Incondicional valoriza o ‘ser’. O Amor Incondicional vem de DEUS, que nos criou do jeito que somos, com uma porção de Sua essência e um grande potencial que precisa ser descoberto. O Amor Incondicional deve ser espalhado por todos os lados e precisamos contagiar as pessoas com este amor. Este amor precisa atingir todos os lugares aonde vamos. Utopia? Não. Uma pessoa pode fazer a diferença se tiver a coragem e a ousadia de falar em nome do Amor.

As crianças imitam aqueles com quem convivem e o que assistem na televisão. Nós sabemos que o mundo está cheio de discórdias e o ser humano de hoje, cheio de maldade. Nós aprendemos sobre o Amor Incondicional e queremos usá-lo com os nossos filhos e que a família possa estar em harmonia. Mas nem todos pensam assim e nem todas as famílias crescem em harmonia. Nossos filhos começam a frequentar a escola e se deparam com crianças rebeldes e agressivas e na maioria das vezes o conselho dado aos pequeninos é de revidar se for agredido. E com estes conselhos vamos ensinando aos nossos filhos a usar a violência para resolver os problemas. Quando acontecem discórdias entre crianças, e elas acontecem porque imitam os adultos, nós não devemos aconselhar nossos filhos a brigar e sim a se defender usando palavras de poder que aniquilam o mal. Se existe uma criança na escola com problemas comportamentais, devemos procurar uma forma de resolver a situação, que não seja unicamente criticando e jogando a culpa na criança rebelde ou nos pais dela. Os pais da criança podem estar com problemas e acabam descontando na criança que se rebela porque é agredida, porque é o tratamento que recebe em casa. O que vamos dizer? Que é um problema social? E que atitude nós vamos tomar? Vamos colocar a criança de castigo? E isso vai solucionar o problema? É claro que não. E ainda por cima vai acabar com a vida de um ser humano. Precisamos descobrir a causa da agressividade da criança e buscar soluções para resolver este mal-estar na criança que afeta a escola toda. Afinal DEUS nos dá inteligência e sabedoria e uma mente sã para pensar. Pensar para depois agir e agir com o coração, agir com amor e não com um julgamento humano, pois ninguém tem o direito de julgar a ninguém. Coloque-se sempre no lugar da pessoa que está sendo condenada e tente descobrir porque razão esta pessoa estaria agindo daquela forma. Precisamos conversar com a criança agressiva e tentar descobrir porque ela age assim e temos que ajudá-la. É impressionante como só agora as pessoas tiveram a coragem de denunciar o ‘bullying’ nas escolas, que sempre existiu, mas ninguém queria falar sobre isso. Bullying vem do inglês ‘bully’ que significa “valentão”. São formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente. São exercidas, por exemplo, por um coleguinha da escola e causam dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra criança e não deixando a possibilidade ou capacidade do outro de se defender, por serem realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder. Existem duas formas de bullying – o bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e – o bullying indireto, mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o agressor em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência. O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade ou universidade, na família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas, como ‘o gordinho’, ‘o gordão’ ou ‘gorducho’, ‘o magrelo’ ou ‘o palito’, o ‘quatro-olhos’ para os que usam óculos, ‘o gaguinho’ quando a criança hesita no falar, ‘o bebezão’ se a criança chora e outros muitos que mexem com a autoestima da vítima ressaltando um ponto em que é diferente do que seria rotulado como ‘normal’. Por exemplo, estar acima ou abaixo do peso não é considerado ‘normal’ e isto por causa dos ridículos padrões de beleza que a sociedade nos impõe. As pessoas que testemunham o bullying entre alunos convivem com a violência e não reagem

porque têm medo de se tornarem as ‘próximas vítimas’ do agressor. Na escola, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade. As crianças ou adolescentes que sofrem bullying se tornarão adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima, além de adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer o suicídio. Os agressores geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes a famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda. As humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Os atos de bullying são um desrespeito à dignidade do ser humano.

 Precisamos agir para acabar com isso ou não vamos mais poder levar nossas crianças à escola!

As famílias estão desestruturadas e confusas. A sociedade consumista nos fez perder o foco. Os verdadeiros valores não são mais ensinados. Nós nos afastamos de DEUS e então perdemos noção do que é bom ou ruim. O egoísmo fala mais alto e deixamos de ‘ser alguém de valor’ para ‘ter algo de valor’. Estamos valorizando mais o fato de termos uma boa situação do que sermos uma pessoa de caráter.

Cada indivíduo é um ser diferente. Nós não somos iguais, nós não pensamos de forma igual, nós temos gostos diferentes e diferentes também são as nossas maneiras de sentir. Nós temos uma percepção da vida que varia de pessoa para pessoa. O primeiro ponto a ser respeitado é o interior de cada um. Se nós somos todos diferentes, obviamente não podemos exigir que ninguém seja igual à nós. E nem mesmo nossos filhos. Marido e esposa não são iguais, homem e mulher não são iguais. Filhos e filhas não são iguais, irmãos também não o são. Nós não podemos exigir que o filho mais novo seja tão bom em matemática quanto o mais velho, pois ele também será muito bom em algo que ele gosta a partir do momento que nós soubermos incentivá-lo. Os filhos são uma grande responsabilidade e cabe a nós educá-los corretamente para o futuro.

Vamos usar o bom senso!

Se pararmos para pensar, veremos que o amor que temos pelos nossos filhos existe antes mesmo deles terem sido concebidos, pois nós temos o desejo de ter filhos e de amá-los, portanto este amor já existe. Então se os amamos apenas desejando tê-los, quanto mais os amaremos quando estiverem em nossos braços! E este amor não pode acabar quando crescem e começam a dar trabalho. Medos, preocupações ou dificuldades de relacionamento não podem ser maiores que um amor que nasceu antes de conhecê-los.

Este amor incondicional com os nossos filhos começa durante a gravidez: a futura mamãe precisa de um tratamento especial por se sentir carente e vulnerável porque tudo está mudando em seu corpo e os hormônios são alterados na gravidez. Nestas horas, o marido e a família têm um papel muito importante: dar apoio em todos os sentidos e principalmente emocional. O que uma mamãe grávida sente interfere no bem-estar de seu bebê. Por volta dos sete meses de gestação, os ouvidos do bebê já estão formados e ele consegue ouvir e reconhecer a voz das pessoas que convivem com a mamãe. Então já existe uma ligação do bebê com o mundo até mesmo antes de ele nascer. Qual a importância disto? Uma gestante tem seu corpo e sua mente totalmente ‘invadidos’ por outro ser e por mais que ela ame este pequenino, ela está longe de saber tudo o que acontece com ela própria. Às vezes ela tem reações involuntárias, chora à toa, tem vontades estranhas, não sabe explicar o porquê e o quê sente exatamente. Todo o seu metabolismo se modifica, seus hormônios também se modificam. E seu emocional pode ser fortemente atingido e incompreendido pelos outros. Vamos evitar aborrecimentos para a futura mamãe, vamos mimá-la e ela se sentirá bem e transmitirá paz ao seu bebê. Esta é uma forma de amar.

SE POR ACASO HOUVER UMA ADOLESCENTE OU FILHA já adulta e ainda solteira e que por inúmeros motivos pode ter engravidado, não se deve deixar prevalecer a primeira reação. Jamais se deve rejeitar alguém pela sua situação e muito menos uma adolescente, qualquer que tenha sido seu erro ou deslize, pois o fato é real e não se pode modificar o quadro, a não ser que seja a vontade de DEUS. Mais do que nunca esta futura mamãe vai precisar de ajuda e apoio e a criança que está chegando também. Ao invés de ficar esbravejando dizendo que não é problema nosso, vamos nos imaginar no lugar dela, se isto estivesse acontecendo conosco, como gostaríamos que a família ou as pessoas ao nosso redor reagissem? Será que gostaríamos de ouvir sermões, repreensões ou acusações, ou gostaríamos de um ombro e um abraço carinhoso? Gostaríamos de palavras de apoio ou de condenação? Não podemos abandonar os filhos em meio aos seus problemas.

A primeira gravidez de uma mulher, qualquer que seja a idade é sempre um tanto assustadora. As reações variam de mulher para mulher e não pode haver comparações porque o que acontece com uma pode não acontecer com a outra. São nove meses de diferentes acontecimentos em sua vida e se a mulher não tiver apoio de outras pessoas, ela pode tomar atitudes erradas por causa do medo e do sentimento de abandono. Nós temos que ajudar como pudermos e protegê-la e demonstrar-lhe amor e compaixão.

Depois, chega a hora do parto. Todo mundo já deve ter ouvido falar da “depressão pós-parto”. Até então, nove meses se passaram em que a atenção era toda voltada para a mamãe, como ela está bonita, como vai o bebê, é menino ou menina? Como vai se chamar? Como foi o ultrassom? E o coraçãozinho batendo, não é lindo? Etc., etc. e etc. A mamãe fica muito ocupada entre exames e mais exames do pré-natal, o quarto do bebê, o enxoval e tudo mais. Então. de repente chega o tão esperado bebê e a atenção toda se volta para ele. E a mamãe que se sente ‘abandonada’ entra em depressão por um período porque não tem mais aquela barriga redonda e bonita pra desfilar e sim uma barriga murcha que vai levar um tempinho para diminuir. E ainda por cima sente dores e medos porque aí está seu filho nos braços e agora ele não vai mais se desenvolver sozinho, agora ele depende dela. Depende da mamãe pra tudo, pra se alimentar, pra se sentir bem, pra estar limpinho e tudo mais. Se a mamãe está deprimida e cheia de dores não é tão fácil assim de cuidar de um recém-nascido. Tem que aprender a segurá-lo, a dar de mamar que não é fácil, se o bebê não pegar o bico do seio direito pode rachar e sangrar. Tudo isso pra dizer que desde que o bebê chega há certas atitudes que as pessoas que estão de fora e não sentem dor nenhuma e nem estão deprimidas podem e precisam ajudar. A mamãe que acabou de dar a luz se sente fraca e precisa estar disposta para o seu bebê a cada duas horas e meia ou três horas. Mas ela precisa descansar e ela não tem a noite inteira pra repor as energias, porque o bebê também vai solicitar sua atenção à noite. Para quem acaba de dar a luz, ter a mãe por perto pode ser de grande ajuda, pois é necessário que alguém mantenha a casa em ordem e faça comida e a mamãe que está se recuperando precisa amamentar dia e noite e não pode arcar com estas tarefas. Ela precisa se recuperar do parto, ainda mais se foi uma cesárea. Nem o papai, nem a vizinha, nem ninguém mais pode amamentar o bebê a não ser a própria mamãe que acabou de dar a luz. Quanto mais ajuda a mãezinha tiver, mais rápido ela vai se recuperar. E mais energia ela vai ter para se concentrar no seu bebê. É muito fácil pra quem não passou pela gravidez e pelo parto dizer que ela pode fazer tudo sozinha. Precisamos ter um pouco mais de sensibilidade e ajudar o mais que puder. Pequenos gestos são importantes como, por exemplo: lavar uma louça, preparar uma sopinha, fazer uma compra no mercado, tantas e tantas coisinhas simples vão contribuir muito para a recuperação da mamãe e para o bem-estar do bebê. Ajudar é um ato de amor. Fazer qualquer coisa para o bem do outro é muito gratificante para quem faz e muito apreciado por quem recebe. Quando nós conseguirmos tirar a atenção de nós mesmos e observarmos o quanto podemos fazer por outra pessoa, nós teremos descoberto um tesouro valioso que nos trará muita satisfação e uma grande felicidade. Tirar o nosso ego do centro das atenções é descobrir uma vida cheia de deliciosas surpresas que vão nos levar a conhecer o melhor lado da vida. Tudo o que fazemos pelos outros, DEUS fará acontecer à nós.

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5 Responses to “Amor Incondicional”

  1. lista de email

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  2. lista de email

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  3. elaine

    excelente texto!

  4. Pr.Ezequiel Barbosa

    Ótimo estudo, me tirou muitas dúvidas, Deus abençoe.

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