Amor Incondicional

AMOR INCONDICIONAL

 Para falarmos de AMOR precisamos conhecer os diferentes tipos de amor. Sim, há tipos diferentes de amor. Nós bem sabemos que não amamos o nosso cônjuge da mesma forma com que amamos nossos filhos ou nossos pais. Como dizem por aí, são ‘amores diferentes’.

Na verdade existem quatro tipos diferentes de amor:

– o amor chamado “PHILOS” que é o amor entre amigos, uma amizade entre duas pessoas;

– o amor chamado de “EROS” que é o amor erótico ou amor carnal ou amor sexual que é aquele sentido por uma atração física devido a uma reação química do nosso corpo;

– o amor “STORGE” que é o amor relacionado à família;

– e o “ÁGAPE” que é o amor Divino que vem de DEUS e que só Ele pode nos dar.

Os três primeiros tipos de amor, ou seja, o Philos, o Eros e o Storge, são tipos de amor baseados naquilo que sentimos. Em cada um destes três tipos de amor, se a confiança de um dos lados for quebrada, o relacionamento será destruído. Não podemos continuar um relacionamento com uma pessoa que quebrou a nossa confiança que sentimos com Philos, afinal de contas nós esperamos de um amigo total devoção, sinceridade ou no mínimo consideração. Também não podemos manter um relacionamento se estivermos sentindo um amor Eros. Se o cônjuge comete adultério não vamos querer mais um relacionamento com esta pessoa. Vamos ficar com medo do que o cônjuge fez com a outra pessoa, ou até medo de pegar AIDS e não vamos nem sequer querer dormir com o cônjuge na mesma cama. Basear o casamento no amor Eros é fracasso na certa, pois o que aconteceu é que colocamos os olhos em alguém que nos chamou a atenção por algum motivo, seja pela cor dos olhos, pelo corpo bem distribuído, por alguma coisa em sua aparência, o nosso corpo teve uma reação, que é química, que nós costumamos chamar de “amor à primeira vista”. E nos sentimos ‘apaixonados’! A paixão é baseada em sensações que nos deixam excitados, como uma dose de adrenalina em nosso corpo e nos ‘sentimos bem’ com esta reação. Mas da mesma forma que o Philos, o Eros é temporário e pode facilmente ser quebrado pela falta de confiança, por inúmeras razões: porque o cônjuge não tem mais a ‘aparência’ que tinha quando o conhecemos, por ciúmes, inveja, carência afetiva e outras razões sentimentais.

          O amor Storge, também baseado em sentimentos, é o mais cobrado, afinal achamos que a família tem ‘obrigação’ de fazer tudo por nós e as expectativas são sempre enormes! Expectativas utópicas e insensatas, baseadas no próprio ego, no egoísmo de acharmos que temos direito em tudo ou então chegamos à conclusão de que não nos é dado o devido valor e cobramos e manipulamos os parentes próximos com este amor. Então aparecem as discórdias e acabamos por concluir que não ‘precisamos’ de ninguém da família, pois vamos achar o devido retorno que procuramos, em nossos amigos. Porém, as atitudes que tomamos com o Philos, que é o amor com nossos amigos, são totalmente diferentes das atitudes que tomamos com o Storge, que é o amor com os familiares. Com nossos amigos, nós não exigimos que eles façam algo e sim, nós pedimos e isto é bem diferente. Nós conseguiríamos ótimos resultados em família se tratássemos nossos parentes como tratamos nossos amigos. Mas nós exigimos demais a começar pelos pais sobre os filhos e então os filhos seguem o exemplo dos pais, porque aprendem através do que é feito pra eles. Os pais se esquecem de que filhos são bem mais jovens do que eles e que ainda não passaram pelo que os pais passaram, ou eja, não têm a mesma maturidade ainda.

Os pais deveriam sempre levar em conta o que sofreram quando pequenos e jovens e ao invés de cobrar como foram cobrados, ajudarem os filhos a passar pelas diferentes fases de crescimento, apoiando-os o máximo que puderem, procurando entender o que estão passando. Mas com o amor Storge isso não é possível, porque o Storge é um amor baseado também em sentimentos e os pais acabam exigindo dos filhos que ajam conforme aquilo que eles pensam estar certo, e cobram comportamentos e até abusam da chantagem emocional com seus filhos: as famosas frases do tipo “se você fizer isso, eu te dou aquilo”. E isso gera conflitos entre pais e filhos, porque os pais estão exigindo e cobrando demais dos filhos, muitas vezes sem o menor motivo. Vou dar um exemplo: há pais que exigem dos filhos notas excelentes em todas as matérias sabendo muito bem que eles próprios não gostavam de todas elas. Ou, outro exemplo: os pais que forçam os filhos a comer coisas que eles não gostam de comer e não comem.

Estes primeiros três tipos de amor,

que comumente sentimos, são temporários e

superficiais e eles não são fortes o suficiente para manter relacionamentos duradouros.

          O único amor que pode nos ajudar em qualquer situação é o amor Ágape.  Ágape é um amor que não é normal para nós porque não o conhecemos e não sabemos como sentí-lo e este é o grande problema: o Amor Ágape não é um ‘sentimento’. O Amor Ágape é o Amor Divino, o único amor pelo qual podemos entender o que DEUS fez: mesmo quando ainda éramos pecadores, ele se fez carne e morreu por nós. Este amor está presente em quem está verdadeiramente em CRISTO e passou pelo renascimento do qual fala a Bíblia. Este amor não está no mundo e é por isso que nós não o entendemos e é difícil de praticá-lo. Este amor só pode ser vivido por pessoas que estão em espírito com DEUS. Vivido, e não sentido, porque o amor ágape não é um sentimento. O Amor Ágape vem direto da fonte divina, vem direto de DEUS e somente através do espírito. Se não sabemos ‘usar’ o nosso espírito, nós não podemos viver este Amor Supremo, que é o amor citado e explicado no capítulo 13 da primeira carta aos Coríntios. Somente o amor ágape pode tornar relacionamentos permanentes possíveis. Todos os outros serão temporários. Portanto, nós não podemos experimentar um casamento de acordo com DEUS em que somente a morte nos separa, sem o material de DEUS. Amor não é baseado em emoções. As emoções são reações químicas e o grande problema é que as reações químicas mudam a cada 5 segundos em nosso corpo, elas não são estáveis. O Amor Ágape é um amor que perdoa as ofensas, que suporta injustiças e continua amando, que perdoa o cônjuge que adulterou e procura restabelecer o convívio baseado nele mesmo.

O Amor Ágape não é uma emoção,

mas sim, uma opção.

Quando desenvolvemos o nosso relacionamento com DEUS e permitimos que Ele transforme o nosso interior curando as feridas da alma e tomando o controle de tudo, nós escolhemos amar.

O amor é a resposta ao entendimento

do valor de alguma coisa.

Quando valorizamos alguma coisa colocamos certa quantidade de amor nela. Se nós compramos um carro zero ou uma casa que nos custou uma fortuna, nós vamos querer cuidar bem do que escolhemos para nós. Em outras palavras, quanto mais valiosa é uma coisa pra nós, mais nós vamos querer cuidar bem dela. Quanto mais valor nós colocamos em algo, mais nós vamos nos sentir dispostos a nos dedicar a este algo. Então, na verdade, o amor é uma resposta a entender o valor de algo e é por isso que DEUS nos ama tanto! Quando DEUS nos vê, ele se vê a si mesmo porque a Bíblia diz que somos feitos à sua imagem e semelhança. Há um valor que ele colocou em cada um de nós! O nosso valor é medido pelo tanto que estamos dispostos a dar por nós. DEUS nos ama tanto que ele deu a si mesmo para morrer na cruz. O Amor Ágape é uma força gerada por uma decisão. O Amor Ágape não tem sentimentos. Se DEUS tivesse respondido pra nós do jeito que ele sentia sobre o que fizemos a ele não estaríamos redimidos hoje!

O Amor Ágape é um ato da vontade.

O Amor Ágape é morrer para nós mesmos em favor do outro.

Vamos explicar isso pela Palavra de DEUS:

João 13.34-35: “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

 Romanos 13:8: ”A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.” 

João 15.12-13: O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

 João 15.17: “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” e também em João 14.15: “Se me amais, guardai os meus mandamentos”

O Amor Ágape é uma lei, e lei não tem sentimentos.

Segundo os versículos citados, podemos entender que o amor de DEUS, o amor que DEUS pede para que tenhamos é uma lei, é um mandamento. E uma lei não tem sentimentos, uma lei é algo que você segue e obedece porque assim foi decidido para o bem de todos. E aqui não estamos falando de uma lei de homens, estamos falando de uma lei de DEUS. Então temos a certeza de que esta lei é perfeita, porque vem de DEUS. Este amor, que é de DEUS, vem de DEUS, ou seja, não podemos dar este amor se não o tivermos. E para ter este amor precisamos nos aproximar de DEUS, em um relacionamento mais profundo, mais íntimo.

Em 1Coríntios 13.2 está escrito: “ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria”

Veja neste versículo a importância do Amor!

No dicionário achamos a seguinte definição da palavra amor: ‘sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro’. E para a palavra incondicional se lê: “Não sujeito a condições, absoluto, irrestrito”.

Amor incondicional: é assim o amor ágape. Não existem condições para se amar alguém. A partir de momento que colocamos uma condição ou um motivo para se amar alguém, deixa de ser o amor de DEUS.

Para que possamos extrair de dentro de nós o melhor que nós temos, nós devemos entregar a nossa vida a DEUS que transformará o nosso interior de uma forma impressionante. Receberemos então um fluir de amor como nunca imaginaríamos que fosse possível mesmo com tudo o que sofremos no passado, pois DEUS retira de dentro de nós tudo o que não nos faz bem quando temos um verdadeiro relacionamento com Ele. Nós nos entregamos a DEUS e Ele nos preenche com Seu amor para que possamos espalhá-lo por onde quer que passemos. Não pode ser de outra forma porque não podemos dar aquilo que não temos. Deixar que DEUS nos ensine a amar é primordial se queremos filhos bem desenvolvidos e felizes, seguros e confiantes.

Qualquer palavra depreciativa pode prejudicar uma pessoa que, com o tempo, de tanto ouvi-las pode acabar entrando em depressão, que é uma doença que mexe com o emocional e a autoestima da pessoa e que não é fácil de tratar. A Palavra de DEUS nos alerta sobre o poder das palavras que pronunciamos. As palavras que proferimos podem abençoar ou amaldiçoar. E mesmo as palavras que proferimos na hora da raiva e das quais depois nos arrependemos são prejudiciais àquele que as ouve.

Veja o versículo 21 de Provérbios 18:

“A morte e a vida estão no poder da língua”

DEUS nos adverte neste versículo que podemos abençoar e levar vida a uma pessoa e também temos o poder de matar uma pessoa apenas com nossas palavras. Isso é muito grave e não é exagero. Uma pessoa que sofre opressão e violência verbal morre aos poucos e pode chegar ao desespero e completa confusão em sua mente ao ponto de achar que não tem direito de viver e deve acabar com a própria vida. Pessoas jovens que aparentemente se comportam como pessoas tranquilas e sadias já cometeram o suicídio.

Em Provérbios 10:11 lemos que “A boca do justo é fonte de vida” ou seja, a nossa boca foi feita para abençoar e não para criticar e maltratar os outros. Se não estamos bem em nosso interior não sairão da nossa boca palavras que possam fazer o bem porque, como diz de Mateus 12.34: “Pois do que há em abundancia, disso fala o coração”. Se os corações estão cheios de raiva, de ódio ou de preocupações não podemos falar de coisas boas e muito menos de amor.

Em Isaías 33.15-16 temos: “O que anda em justiça, e o que fala com retidão; o que rejeita o ganho da opressão, o que sacode das suas mãos todo o presente; o que tapa os seus ouvidos para não ouvir falar de homicídios e fecha os seus olhos para não ver o mal, este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas”

O que podemos aprender aqui é que devemos nos afastar de notícias ruins, de fofocas e de tudo o que faz mal ao coração, tudo o que entristece o coração. Assistir noticiários sensacionalistas na televisão que só mostram desgraça, faz com que tenhamos pensamentos negativos visualizando o mal que existe neste mundo. Visualizando o mal, nos entristecemos, nos aborrecemos e perdemos o ânimo pois mentalizamos coisas negativas do tipo “este mundo está perdido, não tem mais jeito”. Enquanto que se mentalizamos coisas boas como todas as promessas existentes na Bíblia, nasce a esperança em nossos corações e a vontade de seguir adiante, de continuar nosso caminho, de planejar e realizar sonhos! A fé é o nosso combustível diário, é o nosso pensamento positivo e nós só encontramos forças para crer que tudo pode mudar na Palavra de DEUS.

         DEUS é um DEUS de esperança, de vida, de renovação e restauração. DEUS é alegria, amor e a certeza de que TODOS os nossos problemas podem ser resolvidos se entregarmos a Ele o controle de nossas vidas. Mas se entregarmos a nossa vida a DEUS, temos de parar de querer controlar a nossa vida. DEUS vai controlar tudo em nós! Não pode existir o agir de DEUS em nós se nós não sairmos do controle. Temos que deixar o controle com DEUS e isto não é fácil, pois nós temos a mania de achar que precisamos fazer alguma coisa para sermos aceitos por DEUS. E nesta tentativa de querer ‘ajudar’ a DEUS a cuidar de nossas vidas, nós acabamos atrapalhando o agir de DEUS em nós e atrasamos todas as nossas bênçãos porque nos frustramos quando e que nada acontece como queríamos. A preocupação faz com que fiquemos impacientes e a frustração nos leva à alteração dos sentimentos que gera problemas emocionais. A preocupação não vem de DEUS.

Problemas emocionais geram problemas físicos, dores e mal-estar e muitas vezes os médicos não sabem explicar o que está acontecendo e por mais que você faça toneladas de exames, não se consegue descobrir nenhuma doença. Não se encontra doença nenhuma porque o problema não é no corpo e sim na alma e a solução está em cuidar do espírito, pois, como já falamos, o espírito cuida da alma.

Quando nos aproximamos de DEUS em um relacionamento mais íntimo, recebemos dele os frutos do Seu Espírito. Aprendemos a disciplinar a nossa boca tomando cuidado com as palavras que proferimos sobre os outros para evitar chegar ao ponto de prejudicarmos os nossos filhos, pois tudo o que proferimos com palavras fica registrado na esfera espiritual. Vamos por em prática a compaixão, e antes de abrir a boca para falar qualquer palavra, nós devemos refletir se nós mesmos gostaríamos de ouvi-las.

Está escrito em Lucas 10:27 “Amarás ao Senhor teu DEUS de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo”.

“Ao teu próximo como a ti mesmo” diz o versículo. O amor incondicional é a ferramenta essencial para trabalharmos a autoestima de nossos filhos. Para que uma criança cresça feliz e saudável, ela precisa ter a certeza de que é amada, que é importante para a família para poder mais tarde se relacionar com outras pessoas que vai conhecer por toda a vida. Se quisermos realmente que nossos filhos sejam adultos felizes e bem sucedidos, devemos abusar do amor desde que são pequenos para que possam se sentir amados e aprender a amar na mesma forma a todas as pessoas, sem fazer acepção, isso é essencial para a vida.

Não podem existir condições para se amar um filho!

TUDO NESTE MUNDO PARECE ESTAR SUJEITO A condições: as pessoas, para serem aceitas nesta sociedade aí fora, precisam ser bonitas e quanto mais perfeito o corpo, mais querem se aproximar da pessoa para conhecê-la, se a pessoa for feia, torcem o nariz! Mas o que é ser feio afinal? Feio é aquele galã de novela que se envolve em tráfego de drogas! Feia é aquela modelo com o corpo escultural que se acha no direito de maltratar sua empregada! Padrões de beleza externa não devem ser fatores de satisfação. Nós somos como DEUS nos fez, e se Ele não quis que seguíssemos este padrão, é porque ELE tem um propósito muito maior em nossas vidas! Graças a DEUS por isso! ALELUIA!

O amor incondicional nos é dado por DEUS, pois foi o próprio DEUS que nos criou assim, com um pouco de Sua essência. E como DEUS é amor, quanto mais nos aproximamos dele mas ELE nos enche com Seu amor. E é somente dessa forma que poderemos também amar os outros:

VOCÊ NÃO PODE DAR O QUE VOCÊ NÃO TEM!

Precisamos buscar a DEUS para permitir que Ele nos limpe por dentro, restaure o nosso interior. Precisamos dar espaço dentro de nós mesmos, precisamos limpar os pensamentos e sentimentos ruins para literalmente dar espaço a novos sentimentos. Os sentimentos negativos precisam ser eliminados. Não precisamos deles, são um atraso de vida. Sabe aquela gaveta aonde a gente vai socando tudo o que aparece pela frente? Aquela em que queremos guardar tudo mesmo sem saber se presta ou não, mas nós vamos enfiando numa gaveta, às vezes por não ter tempo de pensar se vai servir ou não mais tarde. Então são mais e mais papeis que vão se acumulando dentro da gaveta até uma hora em que ela nem fecha mais direito.

E então o que fazemos? Uma hora teremos que abrir a gaveta e verificar papelzinho por papelzinho para saber o que presta e o que não presta. E sempre que fazemos uma limpeza na gaveta pegamos uma sacola que vai servir de lixo e aonde vamos jogar tudo o que julgarmos que não presta pra nada. É exatamente isso que devemos fazer com o nosso interior: uma limpeza geral! Mas o que vamos jogar fora? Raiva, mágoas, ciúmes, possessividade, inveja, rancor são exemplos do que devemos jogar fora porque, além de não servirem pra nada, atrapalham a nossa vida e ocupam um espaço em nosso interior que impede a entrada de bons sentimentos. Chamamos isto de cura interior. E depois alimentando o nosso espírito com bons sentimentos, DEUS nos faz ter outra visão da vida e consequentemente nos ajuda a viver melhor.

Alguém pode estar pensando: “Puxa, tudo isso parece difícil, não tenho tempo pra isso, tenho muitos problemas…”

Que tal ler a Bíblia? Por que o espanto? A resposta de tudo o que sentimos e precisamos está na Bíblia. Continua espantado? Experimente. Busque a DEUS se você precisar de entendimento e sabedoria para compreender o que diz a Palavra. DEUS nos ajuda a entender o que está escrito na Bíblia. Só precisamos acreditar que tudo o que está escrito nela é para nós! DEUS nos deixou até um ‘manual de instruções’ para vivermos melhor.

Então só não vive bem quem não quer!

Ainda sobre o amor incondicional, no livro de Lucas, capítulo 15, a partir do versículo 11 temos a parábola do filho pródigo. O filho pede ao pai a sua parte na herança e vai embora achando que sabe tudo da vida. Ele gasta em futilidades, coisas passageiras que ele pensava serem muito importantes na vida e acaba ficando sem nada e vai cuidar de porcos e a fome dele é tanta que ele sente vontade de comer as bolotas da ração dos animais. Então ele se lembra de que tem uma família, ele se arrepende do que fez e resolve voltar para seu pai e conversar com ele.

O versículo 20 diz assim: “E, levantando-se, foi para seu pai e, quando ainda estava longe, viu-o o seu pai; e se moveu de intima compaixão e, correndo, lançou-se lhe ao pescoço e o beijou”.  O pai correu até o filho!

Apesar de o filho ter gasto toda a fortuna que o pai lhe deu de uma forma errada, o pai o recebeu de braços abertos e com festa quando ele se arrependeu e voltou para a sua família. Este é um exemplo de amor incondicional.

E está na Bíblia!

Se um filho resolve que vai viver sua própria vida porque se acha autossuficiente e “quebra a cara” e então se ele resolver voltar por que está perdido o que vamos dizer a ele? “Você não disse que podia se virar sozinho, o que veio fazer aqui agora?” É isso que vamos dizer ao nosso filho? Então não sabemos amar. Amamos um filho se o recebermos de braços abertos e dissermos com todas as letras:

“Tudo bem filho, estou aqui, eu te amo!”.

É o que DEUS nos fala quando nós erramos e corremos aos Seus pés para pedir perdão! O nosso PAI Celestial nos dá o exemplo de como agir, então quem somos nós para agir diferente com um de Seus filhos? Porque o SENHOR nos permitiu ter filhos, mas os filhos são do SENHOR!

Amar os nossos filhos incondicionalmente é ensiná-los desde cedo a amar da mesma forma. Com este sentimento desde pequenos eles vão aprender a respeitar o próximo, indiferentemente da faixa etária. Eles vão aprender a respeitar os idosos, seus pais, seus colegas de classe, seus vizinhos e saberão lidar melhor com os próprios sentimentos.

Eles vão agir como nós agimos com eles.

As crianças imitam aqueles com quem convivem e o que assistem na televisão. Nós sabemos que no mundo não existe nenhum “mar de rosas” e que há crianças rebeldes e agressivas e na maioria das vezes o conselho dado aos pequeninos é de “não deixar barato”, de revidar se apanhar. E com estes conselhos vamos ensinando os nossos filhos a usar a violência para resolver os problemas. Se os pais estão debaixo da Poderosa Mão de DEUS, não temerão nada em relação a seus filhos, pois o SENHOR envia Seus anjos para proteger os que se refugiam no esconderijo do Onipotente. Mas se acontecer, nós não devemos aconselhar nossos filhos a brigar e sim a se defender usando palavras de poder que aniquilam o mal. Se existe uma criança na escola com problemas comportamentais, devemos procurar uma forma de resolver a situação, que não seja unicamente criticando e jogando a culpa na criança rebelde ou nos pais dela. Os pais da criança podem estar com problemas e acabam descontando na criança que se rebela porque é agredida, porque é o tratamento que recebe em casa. O que vamos dizer? Que é um problema social? E que atitude nós vamos tomar? Vamos colocar a criança de castigo? E isso vai solucionar o problema? É claro que não! E ainda por cima vai acabar com a vida de um ser humano. Precisamos descobrir a causa da agressividade da criança e buscar soluções para resolver este mal-estar na criança que afeta a escola toda. Afinal DEUS nos dá inteligência e sabedoria e uma mente sã para pensar. Pensar para depois agir e agir com o coração, agir com amor e não com um julgamento humano, pois ninguém tem o direito de julgar a ninguém. Coloque-se sempre no lugar da pessoa que está sendo condenada e tente descobrir porque razão estaria agindo daquela forma. Precisamos conversar com a criança agressiva e tentar descobrir porque age assim e temos que ajudá-la.

É impressionante como só agora as pessoas tiveram coragem de denunciar o ‘bullying’ nas escolas. Bullying vem do inglês ‘bully’ que significa “valentão”. São formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente. São exercidas, por exemplo, por um coleguinha da escola e causam dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra criança e não deixando a possibilidade ou capacidade do outro de se defender, por serem realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder. Existem duas formas de bullying –  o bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e – o bullying indireto, mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o agressor em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência. O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade ou universidade, na família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos. Ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas, como o gordinho, o gordão ou gorducho, o magrelo ou o palito de dente, o ‘quatro-olhos’ para os que usam óculos, o gaguinho quando a criança hesita no falar, bebezão se a criança chora e outros muitos que mexem com a autoestima da vítima ressaltando um ponto em que é diferente do que seria rotulado como ‘normal’. Por exemplo, estar acima ou abaixo do peso não é considerado ‘normal’ e isto por causa dos ridículos padrões de beleza que a sociedade nos impõe. As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e não reagem porque têm medo de se tornarem as ‘próximas vítimas’ do agressor. Na escola, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade. As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer o suicídio. Os agressores geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes a famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda. As humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Os atos de bullying são um desrespeito à dignidade da pessoa humana.

Precisamos agir para acabar com isso ou não

vamos mais poder levar nossas crianças à escola.

Precisamos cuidar de nós mesmos, nos autocondenando e buscando a melhor forma de resolver as situações. Cada um é cada um, e é diferente, isto é um fato. Não somos iguais, não pensamos de forma igual, temos gostos diferentes e diferentes também são nossas maneiras de sentir as coisas. Temos uma percepção da vida que varia de pessoa para pessoa. Primeiro ponto a ser respeitado: o interior de cada um. Se somos todos diferentes, obviamente não podemos exigir que ninguém seja igual à nós. E nem mesmo nossos filhos! Marido e esposa não são iguais, homem e mulher não são iguais! Filhos e filhas não são iguais, irmãos também não são: não podemos exigir que o filho mais novo seja tão bom em matemática quanto o mais velho, pois ele também será muito bom em algo que ele gosta a partir do momento que soubermos incentivá-lo. Os filhos são uma grande responsabilidade e cabe a nós educá-los corretamente para o futuro.

Vamos usar o bom senso!

Se pararmos para pensar, veremos que o amor que temos pelos nossos filhos existe antes mesmo deles terem sido concebidos, pois nós temos o desejo de ter filhos e de amá-los, portanto este amor já existe! Então se os amamos apenas desejando tê-los, quanto mais os amaremos quando estiverem em nossos braços! E não pode acabar quando crescem e começam a dar trabalho. Medos, preocupações ou dificuldades de relacionamento não podem ser maiores que um amor que nasceu antes de conhecê-los. Temos que buscar a DEUS e Ele nos dará sabedoria.

Os cuidados e o amor com os nossos filhos começam durante a gravidez: a futura mamãe precisa de um tratamento especial por se sentir carente e volúvel por causa de seu estado. Nestas horas, o marido e a família têm um papel muito importante: dar apoio em todos os sentidos e principalmente emocional. O que uma mamãe grávida sente interfere no bem-estar de seu bebê, dizem os especialistas. Não dizem eles também que o bebê reconhece a voz da mãe e do pai por já poder ouvir aos sete meses de gestação? Então já existe uma ligação do bebê com o mundo até mesmo antes de ele nascer. Qual a importância disto? Uma gestante tem seu corpo e sua mente totalmente ‘invadidos’ por outro ser e por mais que ela ame este pequenino, ela está longe de saber tudo o que acontece com ela própria. Às vezes tem reações involuntárias, chora à toa, tem vontades estranhas, não sabe explicar o porquê e o quê sente exatamente. Todo seu metabolismo se modifica, seus hormônios também se modificam. E seu emocional pode ser fortemente atingido e, o pior, incompreendido pelos outros. Então vamos evitar aborrecimentos para a futura mamãe, vamos mimá-la um pouquinho e ela se sentirá bem e transmitirá paz ao seu bebê.

SE POR ACASO HOUVER UMA ADOLESCENTE OU FILHA já adulta e ainda solteira e que por inúmeros motivos pode ter engravidado, não se deve deixar prevalecer a primeira reação. Jamais se deve rejeitar uma adolescente, qualquer que tenha sido seu erro ou deslize, pois o fato é real e não se pode modificar o quadro, a não ser que seja a vontade de DEUS. Mas se aconteceu, devemos nos lembrar que também é a vontade de DEUS e que se ELE assim o quis, ELE suprirá e fortalecerá os laços a partir do momento em que O buscarmos intensamente. Mais do que nunca esta futura mamãe vai precisar de ajuda e apoio e a criança que está chegando também. Ao invés de ficar esbravejando dizendo que não é problema nosso, vamos nos imaginar no lugar dela, se isto estivesse acontecendo conosco, como gostaríamos que a família ou as pessoas ao nosso redor reagissem? Será que gostaríamos de ouvir sermões, repreensões ou acusações, ou gostaríamos de um ombro e um abraço carinhoso? Gostaríamos de palavras de apoio ou de condenação? Não podemos abandonar nossos filhos na inconsequência se não queremos ser abandonados pelo Pai quando errarmos, pois nós também erramos…

A primeira gravidez de uma mulher, qualquer que seja a idade é sempre um tanto assustadora. As reações variam de mulher para mulher e não pode haver comparações porque o que acontece com uma pode não acontecer com a outra. São nove meses de diferentes acontecimentos em sua vida e se a mulher não tiver apoio de outras pessoas, ela pode tomar atitudes erradas por causa do medo e do sentimento de abandono. Temos que ajudar como pudermos e protegê-la e demonstrar-lhe amor e compaixão.

E chega a hora do parto. Todo mundo já deve ter ouvido falar da “depressão pós-parto”. Até então, nove meses se passaram em que a atenção era toda voltada para a mamãe, como ela está bonita, como vai o bebê, é menino ou menina? Como vai se chamar? Como foi o ultrassom? E o coraçãozinho batendo, não é lindo? Etc., etc. e etc. A mamãe fica muito ocupada entre exames e mais exames do pré-natal, o quarto do bebê, o enxoval e tudo mais!

De repente chega o tão esperado bebê e a atenção toda se volta para ele. E a mamãe que se sente ‘abandonada’ entra em depressão por um período porque não tem mais aquela barriga redonda e bonita pra desfilar e sim uma barriga murcha e feia. E ainda por cima sente dores e medos porque aí está seu filho nos braços e agora ele não vai mais se desenvolver sozinho, agora ele depende dela! Depende da mamãe pra tudo, pra se alimentar, pra se sentir bem, pra estar limpinho e tudo mais. Puxa, mas se ela está deprimida e cheia de dores não é tão fácil assim de cuidar de um recém-nascido! Tem que aprender a segurá-lo, a dar de mamar que não é fácil, se o bebê não pegar o bico do seio direito pode rachar e sangrar. Tudo isso pra dizer que desde que o bebê chega há certas atitudes que as pessoas que estão de fora e não sentem dor nenhuma e nem estão deprimidas precisam ajudar. A mamãe que acabou de dar a luz se sente fraca e precisa estar disposta pro seu bebê a cada duas horas e meia ou três horas. Mas ela precisa descansar e ela não tem a noite inteira pra repor as energias, porque o bebê também vai solicitar sua atenção à noite. Para quem acaba de dar a luz, ter a mãe por perto pode ser de grande ajuda, pois é necessário que alguém mantenha a casa em ordem e faça comida e a mamãe que está convalescendo e que precisa amamentar dia e noite não pode arcar com estas tarefas, ela precisa se recuperar do parto, ainda mais se foi uma cesárea. Nem o papai, nem a vizinha, nem ninguém mais pode amamentar o bebê a não ser a própria mamãe que acabou de dar a luz. Quanto mais ajuda a mamãezinha tiver, mais rápido vai se recuperar. E mais energia ela vai ter para se concentrar no seu bebê. É muito fácil pra quem não passou pela gravidez e pelo parto dizer que pode fazer tudo sozinho. Precisamos ter um pouco mais de sensibilidade e ajudar o mais que puder. Pequenos gestos são importantes como por exemplo: lavar uma louça, preparar uma sopinha, fazer uma compra no mercado, tantas e tantas coisinhas simples vão contribuir muito para a recuperação da mamãe e para o bem-estar do bebê. Podemos compartilhar e servir com amor, que é o que JESUS nos ensinou. Cada um pode fazer a sua parte e dar o melhor de si como se estivesse fazendo para DEUS! É o que o SENHOR nos ensina: JESUS veio para servir e não para ser servido! Esta é uma lição de humildade. JESUS veio para salvar, para dar vida em abundancia! Devemos ajudar no que podemos. Ajudar é um ato de amor. Fazer qualquer coisa para o bem do outro é muito gratificante para quem faz e muito apreciado por quem recebe. Quando conseguirmos tirar a atenção de nós mesmos e observarmos o quanto podemos fazer por outra pessoa, teremos descoberto um tesouro valioso que nos trará muita satisfação e uma grande felicidade. Tirar o nosso ego do centro das atenções é descobrir uma vida cheia de deliciosas surpresas que vão nos levar a conhecer o melhor lado da vida. Tudo o que fazemos pelos outros, DEUS fará acontecer à nós. Fazer o bem, de coração sincero, é abrir uma enorme porta rumo à um jardim esplendoroso onde a vida se transforma em um rio de abundante satisfação e alegria! AMAR é descobrir a verdadeira razão de viver, pois DEUS é amor e Ele nos criou para viver uma vida plena de amor e paz e esperança e alegria e todas as coisas boas que Ele criou para nós! Vamos voltar ao plano original de DEUS! DEUS criou o ser humano para viver em um paraíso. E este paraíso hoje se chama “O Reino de DEUS” que nós podemos viver aqui na terra, agora e não somente quando subirmos aos céus. Nós oramos todos os dias dizendo: “Venha a nós o teu Reino” e JESUS CRISTO já o trouxe quando morreu por nós. Nós precisamos apenas entender isso e nos entregarmos em Suas Poderosas Mãos para entrarmos desde já neste paraíso, aqui na terra!

Não temas, nem duvide.

DEUS não é homem para que minta. O que DEUS falou

Ele fará! Experimente e viva com abundância!

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5 Responses to “Amor Incondicional”

  1. lista de email

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  2. lista de email

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  3. elaine

    excelente texto!

  4. Pr.Ezequiel Barbosa

    Ótimo estudo, me tirou muitas dúvidas, Deus abençoe.

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